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quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Juniores: Marinhense vence e convence frente ao Caldas SC

AC Marinhense 5: Jorge, Teles, Mouzinho, Nuno Vieira, Rudy, Vítor (c) (João Almeida, 68'), João Luís, Cláudio (Miguel Leal, 75'), Rúben Brilhante (Bruno, 75'), Willian, Rafael
Não Utilizados: Guilherme, Dala, Ricardo Duarte, Alexys
Treinador: Vítor Duarte
Adjunto: Sérgio
Delegado: Paulo Sargaço
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Caldas SC 1: Rafael Martins, João Súbtil (c), Tomás Luís, Duarte Coito, Rafael Santana, Rafael Roque, Diogo Norte (Diogo Fiandeiro, 68'), Cláudio Rodrigues, Marco Coito, Afonso, Miguel Carmo (Bernardo Van Zeller, 58')
Não Utilizados: João Amaro, Pedro Lucas, Diogo Santos, João Alves, Nuno Marques
Treinador: Dário Catarino
Adjunto: David Borges
Delegado: Carlos André
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Campo da Portela, na Marinha Grande
Assistência: 220 espectadores
Árbitro: Nelson Pereira
Ao Intervalo: 1-0
Marcadores: 1-0 Rafael (42'), 1-1 Rafael Roque (51'), 2-1 Mouzinho (57'), 3-1 Cláudio (59'), 4-1 Willian (67'), 5-1 Bruno (82')
Acção Disciplinar: Amarelo a Miguel Carmo (2'), Vítor (55'), Tomás Luís (59'), João Luís (90'+2). Vermelho Directo a Rafael Martins (57'). David Borges teve ordem de expulsão do banco de suplentes do Caldas SC.
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Em jogo de líderes na Marinha Grande, o AC Marinhense goleou o Caldas SC por 5-1 e segue imparável na liderança do campeonato, somando por vitórias os nove jogos efectuados, com o impressionante goal-average de 44-4.
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O jogo começou num ritmo bastante intenso, com as duas equipas a optarem por um futebol directo e com a bola a estar constantemente junto das duas balizas. Apesar disso, os lances de perigo iam escasseando e só já depois da meia hora inicial, vão surgir lances de algum perigo. Primeiro é Rafael que consegue ganhar posição privilegiada, mas acaba por perder muito tempo e permitir o corte de Rafael Santana. Na resposta, boa jogada colectiva do Caldas, e Afonso a finalizar muito perigoso para a baliza de Jorge. Apesar deste lance, nesta fase o Marinhense já estava por cima no jogo, e já depois de Rúben Brilhante desperdiçar uma boa ocasião de golo, aos 42', a equipa da casa vai mesmo chegar à vantagem. Falha defensiva da equipa do Caldas, e Rafael com um remate colocado a fazer o 1-0 com que se chegaria ao intervalo.
A etapa complementar recomeça praticamente com o golo do empate do Caldas. Boa jogada individual de Afonso, que coloca em Rafael Roque, que à vontade faz o 1-1 e relança o jogo. Poderia pensar-se que o golo galvanizaria os homens do Oeste, mas o futebol é um desporto imprevisível e os minutos seguintes foram de autêntico pesadelo para os homens de Dário Catarino. Aos 57' e no seguimento de um canto, Mouzinho faz o 2-1 para o Marinhense, e na jogada seguinte Rafael Martins tem ordem de expulsão por jogar uma bola com as mãos fora da área. Na marcação do livre, Willian remata colocado e Cláudio na recarga faz o 3-1 para o Marinhense. Duro golpe para o Caldas, que nunca mais se reencontrou. A partir daqui, o Marinhense foi dono e senhor do jogo, com Willian aos 67' a fazer o 4-1, e Bruno aos 82' a fazer o 5-1 que viria ser o resultado final.
Vitória indiscutível do Marinhense, num jogo frente a um adversário directo na luta pela subida de divisão e onde a equipa de Vítor Duarte mostrou sérios argumentos para poder ambicionar a ser campeão.
Boa arbitragem de Nélson Pereira, sem qualquer influência no resultado.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Futebol: Juniores do AC Marinhense goleiam em Castelo de Vide

O Marinhense defrontou o 'lanterna vermelha' e venceu por esclarecedores 0-6 o Castelo de Vide. Conscientes de que só a vitória permitia ao clube da Marinha Grande manter o sonho da manutenção, a equipa entrou no encontro decidida a resolver rapidamente e, desta forma, tentar marcar cedo.
Assim, ainda antes de se completarem os primeiros dez minutos de jogo, chegou à vantagem através de Coelho.
Os anfitriões acertaram as marcações e equilibraram a partida. O jogo perdeu fulgor, passou a ser muito disputado no miolo e baixou a qualidade do futebol praticado por ambas as equipas.
No regresso das cabines, o jogo manteve a mesma dinâmica. Contudo, foram os vidreiros que beneficiaram de mais espaço no seu sector ofensivo, chegando ao golo através de Alexandre (0-2).
A partir daqui a estória do encontro resume-se aos golos do Marinhense. Primeiro foi Pedro Domingues que chegou aos 0-3 na transformação de um pont­apé de livre sobre a esquerda. Depois foi Ricardo que ampliou o marcador e, dois minutos depois, bisou. Finalmente, Luisão fechou a contagem, já em período de descontos. Apesar da vitória, o Marinhense vai disputar o jogo de encerramento do campeonato contra o líder Alverca, com a 'calculadora na mão'.
O trio de arbitragem, que se deslocou de Castelo Branco, efectuou um bom trabalho.|

AD Castelo Vide 0
André Almeida, Abel, Henrique Tomé, Daniel (Turibía, 55’), David, Relvas, João Silva, Neto, Bernardo (c), Miguel (Guilherme, 83’), Galão (José Paulo, 79’). Não jogaram: Ruben, Xavier, Cunha.
Treinador: Nuno Macedo.

AC Marinhense 6
Jorge, Carpinteiro, Luisão, José Miguel (C), Edgar, Vítor (Tomás, 45’), Alexandre, Pedro Domingues, Fábio, Botas (Ricardo, 35’), Coelho (João Luís, 65’). 
Não jogaram: Gonçalo Matos, Pedro Rodrigues, Dilan, Rudi.
Treinador: Falé.

Campo Municipal de Castelo de Vide
Árbitro: Hélio Tavares (Castelo Branco). Assistentes: Ângelo Gomes e Daniel Vicente.
Espectadores: 80. Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Botas (8’), 0-2 Alexandre (55’), 0-3 Pedro Domingues (62’), 0-4 Ricardo (72’), 0-5 Ricardo (74’), 0-6 Luisão (90+3’).
Disciplina: Amarelo a Abel (75').

Texto: Paulo Daniel - Diário de Leiria
Foto: Paula Marina

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Futebol: Eficácia Marinhense garante vitória na Atouguia

Campo do GD Atouguiense, em Atouguia da Baleia
Árbitro: Fábio Piló.

GD Atouguiense  0
Rodolfo Granadas, Telmo (João Neto, 81’), Abel, Vítor, Jonathan, Vasco, Raul, Bruno Costa (c) (Ricardo, 61’), João Augusto (Nuno Doirado, 61’), Romeu e Pestinha.
Não jogaram: Camacho, Marco, Adriano e Micael Ferreira.
Treinador: Paulo Neves.

AC Marinhense  2
João Guerra, Fred Machado, Pedro Rodrigues, José Gomes, João Miguel, Leandro Gaspar (David, 88’), Bernardo Lopes, Carlos Alberto (Daniel Oliveira, 63’), Baixinho, Cedric Jorge e Ruben Coelho (André Taveira, 63’).
Não jogaram: Ruben, João Frazão, Marcelo e Eduardo Gil.
Treinador: Luciano Silva.

Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Leandro (20’), Baixinho (85’).
Disciplina: Amarelo a Cedric (40’), Jonathan (50’), Vítor (57’), Leandro (67’), Daniel Oliveira (67’), Vasco (82’).

No passado domingo, Atouguiense e Marinhense defrontaram-se numa partida bastante disputada e que teve como vencedor a equipa que melhor aproveitou as oportunidades que teve.
O jogo começou num ritmo baixo, com ambas as equipa a estudarem-se mutuamente, mas com o Marinhense a ter uma maior posse de bola, contudo não conseguia criar situações de perigo.
Pertenceu ao Atouguiense a primeira situação de golo, com Raul e Romeu a aparecerem completamente soltos no interior da área, após cruzamento de Telmo, mas nenhum dos dois atacantes conseguiu finalizar.
Pouco depois, numa rápida jogada de contra-ataque, o Marinhense inaugurou o marcador por Leandro, que apareceu à entrada da área completamente solto de marcação, e atirou para o fundo da baliza de Rodolfo,
A equipa da casa sentiu este golo e não mais se encontrou até ao intervalo, acumulando sucessivos passes errados, que permitiam ao Marinhense controlar o jogo sem grandes sobressaltos.
Na segunda parte, o Atouguiense surgiu mais determinado em mudar o rumo dos acontecimentos e pressionou mais o seu adversário, tendo uma soberana oportunidade por João Augusto para empatar, mas o jogador da casa precipitou-se e rematou de primeira fora do alvo com apenas Guerra pela frente.
Pouco depois, Raul e Nuno Doirado ficam muito perto de marcar, mas viram os seus remates passar perto da baliza contrária.
Como no futebol o normal é que quem não marca acaba por sofrer, o Marinhense aumentar a vantagem por intermédio de Baixinho, num lance tirado a papel químico do que deu origem ao primeiro.
Por aquilo que fez o Atouguiense merecia ter chegado ao golo, mas a maior experiência dos jogadores da Marinha Grande justificou os três pontos, num jogo exemplarmente dirigido por Fábio Piló.

Texto e foto: Carolina Neves - Diário de Leiria

Futebol: Juniores do Marinhense ‘atropelam’ Caldas na segunda parte

Complexo Desportivo Quinta da Boneca, Caldas da Rainha
Árbitro: Ricardo Silva Franco (Lisboa). 
Auxiliares: Rui Correia e Vítor Correia.
Espectadores: 220.


Caldas SC     0   
Marco, Silvério, João Pedro, Paixão, Creio (Seixas, 45’), Batista, Mestre, Francisco (Araújo, 72’), Bernardo Silva, Ricardo, Santana (João Mendes, 67’).
Não jogaram: Edgar, Gustavo, Diogo Santos, Amaro.
Treinador: José Simões.

AC Marinhense        5
Gonçalo, João Teles, José Miguel (c), Dilan, Isaac, Fábio, Tomás Pereira (Pedro Rodrigues, 76’), Botas (António, 65’), Marcelo (Ricardo, 65’), Edgar, Vítor Duarte.
Não jogaram: Jorge Francisco, Penela, Luisão, Carpinteiro.
Treinador: Rui Bandeira.

 Ao intervalo: 0-0.
Golos: 0-1 Fábio (54’, g.p.), 0-2 Botas (62’), 0-3 Edgar (71’), 0-4 António (90+1’, g.p.), 0-5 António (90+3’).
Disciplina: Amarelo a Vítor Duarte (16’), Fábio (52’ e 84‘), Seixas (53’), Ricardo (81’), João Pedro (90’).

O AC Marinhense venceu o Caldas por 0-5 num jogo em que os golos só apareceram na segunda parte.
Enquanto o Caldas se remeteu a uma organização defensiva muito coesa, sustentada num bloco baixo, os forasteiros apresentaram um futebol de forte pendor ofensivo, suportado por uma pressão alta, apesar de ao longo da primeira parte, não terem conseguido traduzir as oportunidades em golo.
A meio do primeiro tempo, Fábio surgiu na área, sem marcação, mas enviou a bola ao poste. Ainda antes do intervalo, foi Bernardo Silva que, servido por Santana e no coração da área do Marinhense, foi superado pela acção do capitão José Miguel que ‘limpou’ o lance.
O segundo tempo iniciou-se com novo remate de Fábio a acertar novamente no ferro da baliza de Marco. Contudo, a construção da vitória do Marinhense teria início na jogada seguinte. Edgar progrediu dentro da área do Caldas e foi autenticamente ceifado por Seixas. Fábio, chamado a converter a grande penalidade, inaugurou o marcador.
O golo da tranquilidade começou nos pés de Isaac ao colocar o esférico em profundidade, na direcção de Botas. Dentro da área e com habilidade, fez passar a bola por cima de Paixão para apontar um golo de belo efeito. Posteriormente foi João Teles que ganhou em velocidade a Francisco e, dentro da área, ainda ultrapassou Creio para, já junto à linha de fundo, oferecer de bandeja o golo a Edgar.
Com as alterações promovidas por Rui Bandeira, o Marinhense ganhou nova força ofensiva e haveria de marcar mais dois golos nos derradeiros minutos da partida. Primeiro, quando Pedro Rodrigues, isolado, sofreu falta de João Pedro, com António a fazer o 0-4 na marca do castigo máximo. Depois, e em tempo de descontos, Dilan bateu uma bola longa para as costas da defesa adversária onde António, pressionado por Paixão e Batista, conseguiu levar a melhor e bisou.
A equipa de arbitragem, que se deslocou de Lisboa, efectuou um excelente trabalho.

Texto: Paulo Daniel - Diário de Leiria
Foto: Paula Marina

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Futebol: Juniores do AC Marinhense vencem em Alverca


Campo do Complexo Desportivo do FC Alverca
Árbitro: Sérgio Lobo (Setúbal). 
Auxiliares: Marco Caseiro e Nuno Morais.
Espectadores: 180.

FC Alverca 2
Tiago Mota, Alcarva, João Pessoa, Ricardo (Montóia, 67’), Tiago J. Teixeira, Apolinário, Francisco (Antonio Sá, 32’), Cassamá, Tiago Teixeira, Bacalhau, Rui Batista (Tipote, 20’). 
Não jogaram: Canter, Bruno, Teixeira, Hugo Nunes, João Ricardo.
Treinador: Tiago António.

AC Marinhense 3
Jorge Francisco, João Teles (Isaac, 63’), José Miguel (c), Dilan, Coelho, Vítor Duarte, Fábio, João Luís (Tomás, 62’), Marcelo (Ricardo, 56’), António, Edgar. 
Não jogaram: Gonçalo, Pedro Rodrigues, João Ferreira, Carpinteiro.
Treinador: Rui Bandeira.

 Ao intervalo: 0-2.
Golos: 0-1 Coelho (13’); 0-2 Vitor Duarte (21’); 1-2 Rodrigo Alcarva (50’); 1-3 Fábio (63’); 2-3 Cassamá (76’).
Disciplina: Amarelo a Dilan (19’), Apolinário (40’), Vitor Duarte (70’ e 74’), Jorge Francisco (75’).

O AC Marinhense deslocou-se a Alverca onde venceu, com justiça por 2-3, num desafio com duas partes distintas.
A equipa vidreira entrou forte no encontro e surpreendeu o adversário com a sua agressividade. Organizada, exerceu desde o início uma pressão alta que por um lado 'matava à nascença' as iniciativas do Alverca e, por outro, proporcionou ao Marinhense o domínio do desafio. Desta forma, adivinhava-se o golo e o primeiro sinal de perigo foi dado por Coelho que que isolou-se, mas, na cara de Tiago Mota, rematou à figura.
No minuto seguinte, Coelho marcou mesmo. Foi na sequência de um canto, executado por João Luís, que o avançado se redimiu e, num forte remate à entrada da área, fez um golo de belo efeito.
Pouco depois, o Marinhense voltou aos golos. O mesmo João Luís bateu um livre da direita para o segundo poste onde Vítor Duarte viu o seu esforço compensado quando fez o 0-2.
Com o jogo aparentemente controlado, o Marinhense viu o Alverca aparecer transfigurado no segundo tempo, com os homens da casa a reduzirem quando Rodrigo Alcarva, no coração da área, desviou subtilmente um remate de João Pessoa e enganou Jorge Francisco.
Nesta fase, o Marinhense apostava as suas fichas no contra-ataque e foi assim que chegou a novo golo quando Fábio bateu um livre de forma superior, contando com a colaboração do guarda-redes da casa.
Parecia estar resolvido o encontro, mas em dois minutos tudo se alterou quando o Marinhense ficou reduzido a dez jogadores por expulsão de Vítor Duarte. De seguida, Rodrigo Alcarva sofreu falta na área e o árbitro marcou grande penalidade. Cassamá converteu o castigo máximo, voltando a registar a diferença mínima.
A partir daqui, o Alverca procurou chegar ao empate e, a jogar com mais um jogador, obrigou o Marinhense a mostrar que sabia defender. Foi no seu espírito de equipa e na sua capacidade de sofrimento que o Marinhense conseguiu manter o resultado e garantir a vitória.
A equipa de arbitragem efectuou um trabalho regular e sem influência no resultado.|


Texto: Paulo Daniel - Diário de Leiria
Foto: Paula Marina

terça-feira, 13 de setembro de 2016

Futebol: AC Marinhense ‘atropela’ Castelo de Vide

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Rafael Formoso (Viseu).
Auxiliares: Hugo Marques e Rodrigo Macedo.
Espectadores: 280. 

AC Marinhense 7
Jorge Francisco, João Teles, José Miguel (c), Dilan, Edgar (Pedro Rodrigues, 58’), Vítor Duarte, Fábio (Carpinteiro, 58’), João Luís, Ricardo, Coelho, António (Tomás, 45’). Não jogaram: Gonçalo, Penela, Luís, Isaac.
Treinador: Rui Bandeira.

AD Castelo de Vide 0
Rodrigo, Pedro (c), Henrique, Daniel, David (Abel, 45’), Relvas, P.C., Neto, Galhofas (Galão, 77’), Rafael Tomé (J. Turibia, 70’), Miguel.
Não jogaram: Dedé, Xico, Pedro Varela, João Varela.

Ao intervalo: 4-0.
Golos: 1-0 Ricardo (6’), 2-0 António (8’), 3-0 Fábio (27’), 4-0 Coelho (43’), 5-0 Tomás (76’), 6-0 Ricardo (82’), 7-0 Carpinteiro (90´).
Disciplina: Amarelo a Abel (73’), P.C. (79’).

O AC Marinhense recebeu e venceu categoricamente a formação alentejana de Castelo de Vide por 7-0, num desafio de sentido único e cuja história se resume aos golos marcados.
A equipa da Marinha Grande entrou no encontro a ganhar. João Luís assistiu milimetricamente Ricardo que, tranquilamente e sem oposição, colocou a bola por cima de Rodrigo e abriu o marcador. Dois minutos depois, num lance dentro da área, Henrique tentou aliviar de qualquer maneira, mas o esférico sobrou para António que, de primeira, fez 0 2-0.
Não obstante o domínio que se fazia sentir pelos marinhenses, só perto da meia hora de jogo a equipa da capital do vidro voltou aos golos. Numa iniciativa individual, Coelho furou pela esquerda até à linha de fundo e centrou para a pequena área onde Fábio encostou para o fundo da baliza a premiar o excelente trabalho do seu colega de equipa.
Ainda antes do intervalo, foi de novo Coelho que após superar três adversários, rematou forte e colocado à entrada da área conseguindo um golo de belo efeito.
Em casa e a vencer confortavelmente, o AC Marinhense baixou a intensidade do jogo na segunda parte. O sector defensivo sobrava para as encomendas, e o técnico Rui Bandeira procurou dinamizar ainda mais o futebol ofensivo da sua equipa, alterando o seu esquema táctico e reforçando a sua linha da frente ao fazer saltar do banco Carpinteiro e Pedro Rodrigues. Não obstante o domínio avassalador, só a 15 minutos do final da partida o Marinhense voltaria a marcar e… por mais três vezes.
Primeiro foi Tomás que, com um excelente remate do meio da rua, surpreendeu o guarda-redes de Castelo de Vide. De seguida, o mesmo Tomás centrou da esquerda e Ricardo surgiu na pequena área para bisar. Em cima do apito final, foi Vítor que no seu meio-campo, colocou a bola em profundidade para as costas da defesa adversária, em que Carpinteiro executou o remate final num lance em que Rodrigo não ficou isento de culpas.
A equipa de arbitragem, que se deslocou de Viseu, efectuou um excelente trabalho.

Texto: Paulo Daniel - Diário de Leiria
Foto: Paula Marina

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Futebol: Marinhense vence mas falha fase de subida


Estádio Municipal da Marinha Grande
Árbitro: José Laranjeira (Coimbra). 
Auxiliares: Duarte Santos e Paulo Santos.
Espectadores: 100. 

AC Marinhense 2
Neca, Zé Ricardo (c), Zé Miguel, Bernardo, Felipe, Veloso (Gonçalo Coelho, 35'), Godinho, Marcos (Botas, 63'), Marcelo Silvestre, Edgar, Joca (António, 63').
Não jogaram: Diogo, Eduardo, João Ferreira.
Treinador: Vítor Duarte.

AD Estação 1
André Sucena, João Oliveira, Miguel Ramos (Diogo Silva, int.), Tiago Maceira (c), Diogo Fonte, Francisco Quelhas (Paulo Eusébio, 72'), João Pimenta, Ricardo Maia, Rui Rodrigues (Luís Proença, 60'), Afonso Ramos, José Ramos.
Treinador: Paulo Santos.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Marcos (15', a.g.), 2-0 Gonçalo Coelho (86'), 2-1 João Pimenta (87').
Disciplina: Amarelo a João Oliveira (70' e 74').

A uma jornada do fim da primeira fase, o AC Marinhense ficou afastado da luta pelo lugares que dão acesso à fase de subida, apesar de ter cumprido a sua missão de vencer a AD Estação por 2-1. Em Viseu, o Académico também venceu o líder Naval por 3-2 e hipotecou as hipóteses dos vidreiros em seguir em frente na competição.
O Marinhense entrou pressionante no jogo e foi empurrando a Estação para o seu último reduto defensivo. Apesar do domínio, o Marinhense não conseguiu criar ocasiões de verdadeiro perigo, mas, ainda assim, colocou-se em vantagem, num lance algo caricato: cruzamento da esquerda e André Sucena a interceptar o cruzamento, mas acabou por largar a bola, com esta a embater em Marcos e a entrar na sua baliza.
Em desvantagem, podia-se esperar uma tentativa de resposta da Estação, mas puro engano. A equipa de Paulo Santos continuava apenas preocupada em defender e mostrou muito pouca ambição em termos ofensivos.
A etapa complementar começou na mesma toada, ou seja, com o Marinhense sempre por cima dos acontecimentos. Aos 59', Marcos teve um bom lance individual, mas acabou por rematar para as mãos de André Sucena. Com os minutos a passarem, a Estação começou a mostrar uma outra atitude em termos ofensivos, e Diogo Silva teve uma boa oportunidade, mas Neca resolveu com uma defesa para canto.
Com o jogo mais equilibrado nesta fase, foi o Marinhense quem dispôs de duas boas ocasiões para ampliar a vantagem, mas em ambas a defesa da Estação conseguiu evitar o golo. O aviso estava dado e pouco depois, num grande lance individual de Filipe na esquerda, este passou por vários adversários e colocou em Gonçalo Coelho que ampliou a vantagem.
No lance seguinte, a Estação respondeu, e com a defesa do Marinhense a ver jogar, João Pimenta isolou-se e, na cara de Neca, fez o 2-1. A Estação galvanizou-se e com o jogo mesmo a terminar ainda criou dois lances de perigo eminente, com Neca a estar em grande e a garantir a vitória da sua equipa. Arbitragem regular de José Laranjeira.

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Futebol: AC Marinhense foi ‘atropelado’ pelo líder

CT Estádio Municipal José Bento Pessoa, Figueira da Foz
Árbitro: Paula Teixeira (Coimbra). 
Auxiliares: Pedro Nascimento e Ricardo Bonito.
Espectadores: 60. 

Naval 5
Carlos, Bernardo, Soqueiro, Wilson, Gonçalo (Lauro, 78’), Matos, Gil, Monteiro (Xupeta, 67’), Sandro (c), Mica (Flávio, 70’), JP.
Não jogaram: Leandro, Loic, Xavier, Toca.
Treinador: Marinho Serpa.

AC Marinhense 0
Neca, Zé Ricardo (c), João Duarte, Bernardo, Godinho, Marcos (int.), Marulo (Eduard, 70’), Diogo (Botas, int.), Edgar, Joca, Filipe.
Não jogaram: Zé Miguel, Veloso, António, Coelho, João Ferreira.
Treinador: Vítor Duarte.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Mica (3’), 2-0 JP (55’), 3-0 Zé Ricardo (63’, a.g.), 4-0 Sandro (65’), 5-0 Sandro (90+1’).
Disciplina: Amarelo a Edgar (54’). Vermelho directo a João Duarte (90+1’).

A Naval venceu, na tarde de sábado, na Figueira da Foz, o AC Marinhense por 5-0, com quatro golos construídos na etapa complementar, sendo três deles na sequência de lances de bola parada. Para a turma da Praia da Claridade, que já há algum tempo tinha garantido a passagem à 2.ª fase, a vitória frente à formação da Marinha Grande serviu para garantir, a duas jornadas do final, a vitória na Série C da competição, ficando agora apenas a aguardar qual será a segunda equipa a ser apurada (Viseu ou Marinhense).
Quanto ao jogo, foi uma partida com duas partes perfeitamente distintas. Na primeira, a Naval chegou ao golo cedo por Mica, com os vidreiros a reagirem bem e a equilibrar de pronto as operações. Com as defesas a superiorizarem-se aos ataques contrários no último terço do terreno, o resultado ao intervalo, 1-0, deixava para a segunda metade grandes expectativas.

Figueirenses demolidores
Na etapa complementar, a resistência visitante apenas durou 10 minutos. JP marcou com grandes culpas para a defesa visitante e, a partir daí, o jogo começou a ser jogado em sentido único com a Naval a dominar em todos os capítulos. As coisas não estavam a correr bem para o Marinhense e, pouco depois, Zé Ricardo marcou na própria baliza deixando os locais em posição muito confortável.
Os figueirenses mostraram-se insaciáveis e, sem tirar o pé, marcaram mais dois golos com um 'bis' de Sandro que veio a estabelecer o resultado final.

Texto e foto: Rogério Neves - Diário de Leiria

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Juniores do AC Marinhense empatam frente ao Alverca e garantem 2ªFase

O AC Marinhense partiu para este jogo com a certeza que um empate bastaria para garantir o acesso à próxima fase da competição e onde se lutará pelo acesso à 1ªDivisão Nacional. Frente a uma equipa do Alverca, a quem o único resultado que garantiria essa mesma fase era a vitória, a equipa de Luciano Silva fez um jogo inteligente, gerindo o jogo como mais lhe convinha, empatou 0-0 e garantiu assim um precioso ponto que lhe garantiu o primeiro lugar no grupo e o acesso histórico à 2ªFase da competição.

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Futebol : Vitória indiscutível da melhor equipa em campo

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Ricardo Morgado.
 Auxiliares: Nelson Dias e Rúben Rebelo.
Espectadores: 200.
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AC Marinhense 3
Rúben, Ivo Brígido, David, Ascenso, D.Nascimento (Salcedas, 83 min.), Pedro Filipe (Chaneca, 83 min.), Sérgio Pinto (cap.), Marco Azenha, Pedro Alves, Daniel Oliveira, Ricardo Cardoso (Marcelo, 74 min.). Não jogaram: Luís Pascoal, Gonçalo, Vasco Elvas. 
Treinador: Luciano Silva.
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Sp. Pombal 0
António, Telmo, Rui (Pedro Brás, 36 min.), Fidalgo (Kévin, 53 min.), Renato, Tião (cap.), Jota (Simão, 57 min.), Airton, Vaz, Pedro Rodrigues, André. Não jo- garam: Isaac, Pedro Marques, Penso, Leitão.
Treinador: José Miguel Olival.
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Ao Intervalo: 0-0.
Golos: 1-0 por Pedro Filipe (48 min.), 2-0 por Pedro Alves (56 min.), 3-0 por Pedro Filipe (75 min.).
Acção Disciplinar: Amarelo a Daniel Oliveira (19 min.), Telmo (50 min.), Tião (54 min.), Sérgio Pinto (58 min.).
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Num jogo bastante aguardado e perante uma boa moldura humana, o AC Marinhense recebeu e venceu o Sp. Pombal por 3-0, e colocou pressão na liderança do clube de Pombal, que soma agora apenas mais um ponto que o AC Marinhense.
Pressionado pela necessidade de vencer, a equipa da casa desde cedo procurou tomar as rédeas do jogo e paulatinamente foi fazendo o Sp. Pombal recuar no terreno. 
Apesar disso, tardava em criar lances de verdadeiro perigo, e só aos 22 minutos criou algum perigo, com Pedro Alves, na sequência de um canto, a rematar ao lado. 
Aos 29 minutos, o mesmo Pedro Alves desmarcou-se na direita com perigo, mas uma vez mais não conseguiu finalizar com êxito.
Perante um Sp. Pombal mais em contenção, o AC Marinhense foi sempre a equipa mais perigosa, e mesmo em cima do intervalo dispôs de uma ocasião flagrante para golo, mas em vantagem numérica, e com tudo para inaugurar o marcador, Pedro Filipe precipitou-se e permitiu o corte de um defesa pombalense.
A segunda parte começou praticamente com o golo do AC Marinhense: jogada na direita de Daniel Oliveira, cruzamento para área, com Pedro Filipe a desviar, e a bola ainda a embater num defesa do Sp Pombal antes de entrar na baliza de António. 
Em vantagem no marcador, o AC Marinhense empolgou-se e a partir daí os lances de perigo começaram a surgir com naturalidade junto da baliza do Sp. Pombal, pelo que não foi de estranhar que aos 56 minutos, chegasse mesmo ao 2-0. Marco Azenha cobrou um livre para a área e Pedro Alves foi mais rápido que todos e encostou para o golo. 
Com um Sp. Pombal pouco atrevido em termos ofensivos, o AC Marinhense continuava sempre mais pressionante e aos 75 minutos, conseguiu chegar novamente ao golo. Pedro Filipe isolou-se e na cara de António fez com facilidade o 3-0. 
Com a equipa da casa sempre na mó de cima sempre aos líderes do campeonato, aos 82 minutos, Marco Azenha teve uma grande jogada individual e por muito pouco não conseguiu ampliar ainda mais a vantagem dos homens de Luciano Silva.
Vitória indiscutível do AC Marinhense, que foi em todo o jogo a melhor equipa e aquela que tudo fez em campo para ganhar. Quanto ao Sp. Pombal, parece-nos que jogou demasiadamente na contenção, e mesmo com a atenuante de ter sido obrigado a duas substituições por lesões, para o líder da competição, tinha obrigação de mostrar mais.
Quanto à arbitragem de Ricardo Morgado e seus pares, no computo geral teve uma actuação regular, no entanto, principalmente na segunda parte, mostraram algum desacerto na marcação dos foras-de-jogo, sendo que o terceiro golo do AC Marinhense é precedido de um claro fora-de-jogo.
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