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terça-feira, 10 de outubro de 2017

Futebol: Lei do mais forte imperou na Marinha Grande

AC Marinhense 0
Duarte, Nazaré (c), Petinga, Braga, Daniel, João Dinis, Nuno Trindade (Mário, 36`), Rodrigo Pereira, Leandro (Edu, 69`), Filipe e Bruno Soares (Lima, 71`). 
Não jogaram:Bernardo, Rúben, Magalhães e Sandro. 
Treinador:Bruno Evangelista.

Sporting CP 4
Guilherme Fernandes, Hevertton Santos, Carlos Silva (c), Rodrigo Rego, Gonçalo Inácio, Rodrigo Fernandes (André Sabino, 66`), Daniel Rodrigues (Fábio Ronaldo, 60`), Samuel Lobato, Nuno Cardoso, Félix Correia e Bruno Santos (Jorge Ferreira, 55`). 
Não jogaram:Hugo Cunha, João Dias, Ricardo Caeiro e Rui Reis. 
Treinador: João Couto.

Campo da Portela, Marinha Grande. 
Árbitro: Rui Mendes (AF.Santarém). 
Assistentes:Afonso Silveira e Adriano Sousa. 
Espectadores: 220. 
Ao intervalo: 0-2. Golos:0-1, Nuno Cardoso (3`), 0-2, Daniel Rodrigues (7`), 0-3, Rodrigo Fernandes (58`), 0-4, Jorge Ferreira (76`).
Disciplina: Nada a assinalar.

Na capital do vidro, o Sporting mostrou toda a sua superioridade ao vencer sem dificuldade um Marinhense que, apesar de brioso, mostrou poucos argumentos para contrariar o favoritismo leonino. E não podia começar da pior maneira o jogo para os anfitriões, pois aos 7` já perdiam por duas bolas a zero, fruto de uma entrada apática e sem garra, contrastando com o fulgor dos jovens de Alvalade. Primeiro foi Félix Correia a trabalhar bem sobre a esquerda e a assistir Nuno Cardoso que, com tranquilidade, abriu o activo. Quatro minutos volvidos e belo lance individual de Bruno Santos, concluindo com um remate ao poste e na recarga Daniel Rodrigues, solto de marcação a ampliar a vantagem (0-2), fazendo o seu quarto tento na competição. Sempre mais rápido e forte sobre a bola, o Sporting esteve novamente perto do golo, e, minutos depois, foi Carlos Silva a proporcionar a defesa da tarde a Duarte. À passagem da meia-hora, o Marinhense acercou-se com perigo da baliza de Guilherme Fernandes mas a defensiva leonina pôs cobro à situação, mostrando o porquê de ser a defesa menos batida do campeonato. A diferença de duas bolas espelhava bem o que se passava no campo da Portela. Na reacção, a toada foi a mesma. Isto é, o Sporting a atacar a toda a largura do terreno, trocando o esférico com qualidade e os vidreiros a defenderem-se como podiam, tentando - raras vezes, diga-se - sair em ataques rápidos. O 0-3 também não demorou a aparecer, na sequência de um livre indirecto, onde Rodrigo Fernandes, com um remate colocado, balançou as redes pela terceira vez. Os alvinegros mostravam-se inofensivos em termos atacantes e os visitantes sem forcarem muito iam gerindo o tempo e o resultado. Ao minuto 76, o 0-4, onde Félix Correia (o melhor em campo), num magnífico ‘slalom’, ultrapassou vários adversários, guarda-redes inclusive, e ofereceu de bandeja o golo a Jorge Ferreira. Vitória inequívoca da melhor equipa em campo, perante um Marinhense que cedo se viu em desvantagem e não mais se encontrou. Boa arbitragem.|

Fábio Osório - Diário de Leiria

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Futebol: Juvenis do AC Marinhense goleiam SC Pombal (5-1)

Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Bruno Pombo (Coimbra). 
Auxiliares: Eduardo Alves e Vinícius Pires.
Espectadores: 150. 

AC Marinhense 5
André Cardoso, Luís Coelho (Ricardo Silva, 50'), João Almeida, Filipe Santiago (António Santos, 54'), Willian Costa (Morgado, 58'), Guilherme Serrão, Rodrigo Pereira, Bruno Gomes, Mousinho, Rúben Brilhante, Rudi Coelho. 
Não jogaram: André Ramos, Pedro, Filipe Varela, Pedro Pereira.
Treinador: Vitor Duarte.

SC Pombal 1
Rui Ferreira, Daniel Alves, Afonso Ponte (Diogo Nogueira, 40') , Xavier Silva (c), Alexandre Salgueiro, João Lopes (Rodolfo Pereira, 50'), Duarte Gonçalves, Gonçalo Pereira, Nuno Simões, Edgar Santos (André Jorge, 31') , Vasco. 
Não jogaram: José Moital, Edgar Martins, Rodrigo Carreira.
Treinador: Ricardo Pateiro.

Ao intervalo: 2-0.
Golos: 1-0 Rúben Brilhante (26’), 2-0 Rodrigo Pereira (32’), 3-0 Willian Costa (44’), 4-0 Rodrigo Pereira (47’), 5-0 Bruno Gomes (56’), 5-1 Vasco Cruz (63’).
Disciplina: Amarelo a Luís Coelho, Bruno Gomes, Guilherme Serrão, Rudi Coelho, Vasco Cruz, Rodolfo Pereira. Vermelho por acumulação a Rodolfo Pereira.

O AC Marinhense venceu o SC Pombal por 5-1, num jogo em que a superioridade dos ‘vidreiros’ ficou bem vincada.
O SC Pombal começou mais forte no jogo e a conseguir criar algumas oportunidades de golo através de bolas paradas, mas sempre com o guarda-redes André Cardoso em bom plano.
Pouco depois, o Marinhense conseguiu dois lances de grande perigo consecutivos. O primeiro por Rodrigo Pereira que, na cara de Rui Ferreira, viu o guardião fazer uma grande defesa e, depois, quando Bruno falhou isolado com o guarda-redes do Pombal a fazer uma grande intervenção.
Depois das ameaças veio mesmo o golo do Marinhense com Ruben a dar o melhor seguimento a um cruzamento. De seguida, foi Bruno quem cruzou atrasado com Rodrigo a fazer o segundo da equipa.
Na segunda parte, uma desatenção do Pombal permitiu que Willian, após um lançamento lateral, fizesse o 3-0. Logo a seguir, mais uma jogada da direita que acabou com um cruzamento seguido do remate de Rodrigo que bisava na partida.
Corria tudo bem ao Marinhense que pouco depois aumentou a contenda através de Bruno Gomes, após uma defesa incompleta de Rui Ferreira.
O Pombal não baixou os braços e pressionou a equipa da casa chegando ao golo de honra por parte de Vasco após um lance confuso na área. O Pombal poderia ter chegado ao segundo golo por diversas situações, mas o guarda-redes e os defesas da casa estiveram em bom plano.
A equipa de arbitragem foi muito contestada, apresentando falta de critério, havendo dúvidas num golo anulado ao Pombal.|

Texto e foto: Eduardo Pereira - Diário de Leiria

terça-feira, 27 de setembro de 2016

Futebol: Juvenis do AC Marinhense impotentes para travar Sacavenense


Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Gonçalo Nunes (Coimbra). 
Auxiliares: Mário Santos e Marco Silva.
Espectadores: 100.

AC Marinhense 0
André Ramos, João Almeida, Filipe Santiago, Gui Serrão (c), Willian (Rodrigo Pereira, 58'), Varela, Pedro Pereira (Alexis, 59'), Bruno, Mouzinho, Rudy, Pedro Nascimento (Rúben Brilhante, 50'). Não jogaram: Cardoso, Leandro, Ricardo, António
Treinador: Vítor Duarte.

SG Sacavenense 2
Manuel, Afonso Mariano (c), Pedro Ganchas, Baldé, Vasco Rodrigues, Francisco Pires, Pedro Pinto (David Ribeiro, 70'), Sardinha (Mauro, 75'), Samba So, Cassama (Pedro Ribeiro, 80'), Felizardo.
Não jogaram: José Assunção, Enzo Costa, Daniel Gondor, Maldonado.
Treinador: Tomás Morais.

Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Vagner Cassama (33'), 0-2 Samba So (50').
Disciplina: Amarelo a Pedro Nascimento (15'), Gui Serrão (55'), Francisco Pires (70').

O Sacavenense conseguiu uma vitória justa na Marinha Grande mostrando ser uma equipa equipa mais experiente, perante um Marinhense que fez pela vida, mas que ainda assim não conseguiu um resultado positivo.
O jogo começou equilibrado, e se a equipa de Sacavém foi tendo mais bola, por outro lado o Marinhense foi mostrando uma boa organização defensiva, procurando lançar rápidos contra-ataques, em que Bruno era sempre uma seta apontada à baliza adversária.
Foi assim aos 15', quando Bruno ganhou em velocidade sobre dois defesas e, com um remate espontâneo, obrigou Manuel a uma defesa apertada. Ainda assim, paulatinamente a equipa forasteira foi ganhando algum domínio, e com Vagner Cassama e Samba So bastante activos no seu ataque, começou a chegar com mais perigo junto da baliza de André Ramos.
Aos 26', Samba So deixou o aviso, com um bom remate para defesa segura de André Ramos, até que, aos 33', o Sacavenense chegou à vantagem quando Rodrigo Felizardo serviu Samba So que, em boa posição, não conseguiu o remate, mas a bola acabou por sobrar para Vagner Cassama que abriu o activo. Pouco depois, Vagner Cassama, dispôs novamente de uma boa oportunidade de golo, mas o remate acabou por sair por cima da baliza.
A etapa complementar começou com um Marinhense à procura de anular a desvantagem e, aos 46', Pedro Nascimento desviou de cabeça um cruzamento, e obrigou Manuel a uma defesa apertada para canto. Na resposta, na sequência de um livre, Samba So apareceu sozinho, e facilmente ampliou a vantagem.
A partir daqui, o Marinhense foi procurando reagir, mas pela frente encontrou uma bem organizada equipa do Sacavenense que, privilegiando uma boa rotação de bola, foi conseguindo controlar o jogo da forma que pretendia.
Arbitragem regular do trio que viajou de Coimbra.|


Texto e foto: Pedro Almeida - Diário de Leiria

quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Futebol: Juvenis do AC Marinhense defrontam Sporting

Depois de terem vencido o O Elvas na jornada inaugural do campeonato, a equipa de Juvenis do Atlético Clube Marinhense vai defrontar a equipa do Sporting CP, no próximo sábado a partir das 11h00. O jogo terá lugar no campo nr.5, da Academia de Alcochete.

segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Futebol: Juvenis do AC Marinhense entram a vencer no Campeonato

De regresso ao Campeonato Nacional de Juvenis, o Atlético Clube Marinhense venceu no passado sábado o seu jogo de estreia na competição. Frente ao O Elvas, a equipa de Vítor Duarte ainda esteve em desvantagem de 0-1, mas conseguiu a recuperação, vencendo por 2-1 e somando assim os seus primeiros três pontos na competição.

sexta-feira, 12 de agosto de 2016

Futebol: Juvenis do AC Marinhense estreiam-se este sábado no Campeonato Nacional

De regresso ao Campeonato Nacional, a equipa de Juvenis do Atlético Clube Marinhense faz este sábado, 13 de Agosto a sua estreia na competição. A equipa treinada por Vítor Duarte, recebe no Estádio Municipal, a equipa do O Elvas, em jogo com início marcado para as 16h30.

domingo, 28 de fevereiro de 2016

Futebol: Ricardo Duarte garante vitória dos Juvenis do AC Marinhense

15ªJornada da Divisão de Honra da AF Leiria
Campo da Portela, na Marinha Grande
Árbitro: Bruno Santos
Auxiliares: Rafael Marques e João Carvalho
Espectadores: 100


AC Marinhense 3
Jorge, Teles, Dylan (c), Rafael Henriques, Isaac, Vítor, Alexandre Oliveira, Fábio, Ricardo Duarte, Tomás (João Luís, 69'), Carreira (André Vitorino, 64')
Não jogaram: Ricardo Matos, Luís, Afonso, Daniel, Rafael Vitorino
Treinador: Rui Bandeira
Adjunto: Rui Fonseca
Delegado: Paulo Silva

GC Alcobaça 2
Miguel Santos, Miguel Rainho (Pedro Frazão, 50'), Marco Brites, Francisco Carlinhos (Álvaro António, 69'), Samuel Duarte, Guilherme Sousa, Miguel Madruga, Duarte Martins, João Pimentel (Rodrigo Pio, 69'), Rodrigo Marta, Tomás Santos (Gonçalo Reis, int.)
Não jogaram: Leonardo Brimbote, Diogo Ramos, Rui Vidinha
Treinador: Noel Delgado
Adjunto: João Careu
Delegado: Paulo Santos

Golos: 1-0 Ricardo Duarte (45'), 2-0 Ricardo Duarte (50'), 3-0 ag Marco Brites (54'), 3-1 Duarte Martins (61'), 3-2 João Pimentel (68')
Disciplina: Amarelo a Francisco Carlinhos (44'), Rodrigo Marta (66'), João Luís (70'), André Vitorino (76'), Jorge (80' + 1). Vermelho a Rodrigo Marta (66'). Paulo Silva, Rui Fonseca e Noel Delgado tiveram ordem de expulsão do banco de suplentes.

Num jogo poucas vezes bem jogado, mas bastante disputado e equilibrado, o Marinhense foi mais forte e venceu o GC Alcobaça por 3-2, beneficiando ainda do empate do Caldas SC, para alargar ainda mais a sua vantagem na liderança. Ricardo Duarte foi decisivo, com dois golos, e interferência directa no outro.
O jogo começou num ritmo baixo, com muita luta e muita bola pela ar, mas raramente com as equipas a conseguirem criar lances de perigo. Só aos 18 min., vai surgir o primeiro lance de perigo, com Miguel Santos a temporizar demais num atraso de bola, acabando por rematar contra Carreira, e com a bola a bater caprichosamente no poste da baliza do GC Alcobaça e a não entrar. O Marinhense tinha mais bola, mas pela frente ia encontrando uma bem organizada equipa do GC Alcobaça, que com uma enorme entreajuda, ia conseguindo travar as ofensivas dos comandados de Rui Bandeira. Ainda assim, aos 31 min., novo lance de perigo para o Marinhense, com Teles a subir pelo seu flanco direito, a ganhar posição e a cruzar, mas com Carreira, em boa posição, a não conseguir fazer o desvio decisivo para golo.
A etapa complementar começa com um Marinhense mais objectivo em termos ofensivos e logo aos 42 min., Ricardo Duarte vai finalizar ligeiramente ao lado um cruzamento da esquerda. Ficava o aviso e pouco depois, o inevitável Ricardo Duarte vai mesmo inaugurar o marcador, respondendo da melhor forma a uma bola lançada para a área, e antecipando-se à defensiva alcobacense, consegue fazer o 1-0. Praticamente na resposta, o GC Alcobaça vai também criar perigo, com Miguel Madruga em boa posição, a cruzar na direita, mas a bola acaba por ir direitinha para as mãos de Jorge. Como muitas vezes acontece no futebol, quem não marca sofre, e foi o que aconteceu novamente, com Ricardo Duarte a dar o melhor seguimento a um cruzamento de Fábio, e de cabeça a ampliar a vantagem para 2-0. Pouco depois, o mesmo Ricardo Duarte, trabalha bem na direita, passa por vários adversários e quando tentou o passe para a área, Marco Brites tem um corte infeliz e coloca a bola na sua baliza, fazendo o 3-0. Apesar da desvantagem, a equipa do GC Alcobaça não deixava de acreditar e aos 61 min., no seguimento de um livre, Duarte Martins é o mais esclarecido dentro da área do Marinhense e faz o 3-1. No minuto seguinte, Gonçalo Reis tem uma ocasião soberana para fazer o 3-2 e relançar o jogo, mas precipita-se e remata por cima da baliza de Jorge. Mas não foi preciso esperar muito para o GC Alcobaça chegar mesmo ao 3-2, e aos 68 min., João Pimentel finazaliza da melhor forma uma jogada confusa no interior da área do Marinhense. Mesmo em desvantagem numérica, após a expulsão de Rodrigo Marta, o GC Alcobaça era quem estava melhor no jogo perante uma equipa da casa algo acomodada à vantagem de que dispunha. Com o jogo a encaminhar-se para o final, a equipa do GC Alcobaça ainda fez um forcing final para chegar ao empate, mas ia-o fazendo já com pouco critério e com a defensiva do Marinhense a conseguir anular..
Vitória que se aceita do Marinhense, num jogo em que se acomodou demasiado cedo com o resultado obtido, perante uma equipa do GC Alcobaça, que em desvantagem, mostrou uma enorme competitividade e com um pouco de sorte, podia mesmo ter chegado ao empate.
Boa arbitragem de Bruno Santos, ainda que não isenta de pequenos erros, mas sem qualquer influência no marcador.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Futebol: Juvenis do Marinhense goleiam GRAP e seguem firmes na liderança


Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Tiago Pinto.
Espectadores: 100. 

AC Marinhense 6
Jorge, Peles, Dylan (c), Rafael, Luisão, Vítor (Marcelo, 69'), Alexandre (Afonso, 62'), Fábio (Márcio, int.), Ricardo Duarte, João Luís (Tomás, int.) e Carreira (Daniel, 69').
Não jogaram: Ricardo Matos, Franco.
Treinador: Rui Bandeira.

GRAP 1
Renato (Monteirinho, int.), Rodrigo Vieira, Bernardo (Miguel Ângelo, 78'), José Santos (c), Carlos Tavares (Ruben Carreira, 55'), Alex, João Tavares, Mateus, Nuno (Melo, int.), Peloli (Lucas, 55'), Nico Trecossi.
Treinador: César Matias.

Ao intervalo: 4-0.
Golos: 1-0 Vítor (3'), 2-0 Ricardo Duarte (11'), 3-0 Carreira (22'), 4-0 João Luís (40'), 4-1 João Tavares (48'), 5-1 Márcio (68'), 6-1 Afonso (74').
Disciplina: Amarelo a Bernardo (38'), Mateus (62'), Alex (73'), Dylan (73'), Melo (80').

O AC Marinhense continua imparável rumo ao título distrital no escalão de juvenis depois de mais uma vitória diante do GRAP por 6-1, resultado que deixa a formação de Rui Bandeira mais confortável no primeiro lugar, somando agora 10 vitórias em 11 jornadas.
Frente a uma equipa dos Pousos que luta desesperadamente pela manutenção, os líderes do campeonato não tiveram dificuldades em 'atropelar' o adversário, ficando bem patente dentro de campo a diferença de qualidade entre os dois emblemas.
O AC Marinhense começou o jogo praticamente a ganhar quando Vítor, de cabeça, deu a melhor sequência a um pontapé de canto, abrindo o activo logo aos três minutos.
Não foi preciso esperar muito para o marcador voltar a sofrer alteração já que, após cruzamento de Fábio, Ricardo Duarte antecipou-se ao guarda-redes dos Pousos e fez o 2-0.
O jogo estava fácil para a formação vidreira, e mais ficou com o 3-0 que chegou após uma jogada de insistência do AC Marinhense com a bola a sobrar para o segundo poste onde apareceu Carreira a encostar para o golo.
Em cima do apito para o intervalo, o Marinhense voltou a marcar através de um remate de longe de João Luís, sem hipóteses para Renato.
Com a vitória já praticamente assegurada, o Marinhense surgiu na segunda parte menos pressionante, dando alguma iniciativa de jogo ao GRAP. A formação dos Pousos aproveitou a deixa para dar um ar da sua graça ao reduzir para 4-1 quando João Tavares aproveitou um desentendimento entre dois defesas da casa para, de primeira, atirar para o fundo das redes.
Apesar de o jogo ter ficado mais dividido, o Marinhense foi sempre a equipa mais perigosa perante um GRAP inofensivo, com o 5-1 a chegar após uma bola bombeada para a área, sobrando para Márcio atirar a contar.
Já perto do apito final, Márcio voltou a estar em destaque ao cobrar um livre directo que proporcionou uma grande defesa a Monteirinho, mas, na recarga, Afonso encostou para o 6-1 final.
Arbitragem positiva de Tiago Pinto, num jogo fácil.

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Futebol : Juvenis do AC Marinhense empatam frente ao Académico de Viseu

Debaixo de um enorme temporal, AC Marinhense e Académico de Viseu, fizeram o jogo possível e o empate final acaba por espelhar o que se passou no Municipal da Marinha Grande.
3ªJornada do Campeonato Nacional Juvenis / Série C – Fase Manutenção
Estádio Municipal da Marinha Grande
Árbitro: Luís Dionísio (CA de Leiria)
Assistentes: André Mendes e José Agostinho
Espectadores: 100
AC Marinhense – Académico de Viseu
 .
AC Marinhense 0: David Santos, Ricardo Fernandes, Zé Ricardo (Cap.), Couto, Veloso (Lisboa, 76 min.), Ribeiro, Mota, Godinho (João Duarte, 50 min.), Marcos, João Carlos (Coelho, 67 min.), Toni
Não Jogaram: Samuel, Gito, Letra, André Gil
Treinador: Rúben Fernandes
Adjunto: Fate
Delegado : Hugo
 .
Académico de Viseu 0: Elísio Pais, Carlos, Ricardo, Henrique, Rafael Barreiros (Cap.), Marcelo, Benjamim, Hugo, Caramelo (Lopes, 47 min.), Gonçalo (Vasco, 62 min.), Bié
Não Jogaram: Miguel, Tigas, Pedro
Treinador: Rogério Almeida
Adjunto: Pedro Almeida
Delegado: Jorge Barreiros
 .
Ao Intervalo: 0-0
Resultado Final: 0-0
Acção Disciplinar: Amarelo a Caramelo (43 min.), Rafael Barreiros (66 min.).
 .
Num jogo muito condicionado pelas péssimas condições atmosféricas, Marinhense e Académico Viseu empataram a zero bolas.
O Marinhense foi quem entrou melhor no jogo, e apesar de algum domínio territorial, tardava em conseguir traduzir isso em ocasiões de golo. Paulatinamente o Académico de Viseu foi equilibrando, e foi mesmo a primeira equipa a criar perigo, aos 13 min., num lance em que  David Santos “soca” a bola para uma zona perigosa, com Gonçalo a aproveitar, e a rematar com algum perigo. Três minutos depois, novamente o Académico de Viseu a criar perigo, num remate forte de Hugo. Aos 22 min., é Gonçalo a criar perigo, ganha posição, mas num último momento, Couto a ter um corte providencial e a evitar males maiores para a sua equipa. Apesar destes lances, o Marinhense não se intimidou e aos 27 min., vai estar muito perto do golo. Toni, em lance puro de contra-ataque, passa por Elísio e já com pouco ângulo remata para a baliza do Académico de Viseu, mas aparece Henrique a ter um corte providencial. Praticamente na resposta, lance rápido do Académico de Viseu, com Hugo a colocar em Caramelo, que acaba por perder muito tempo e desperdiçar assim um lance de perigo. Aos 35 min., é Benjamim que tem um remate perigoso, após perda de bola infantil da defesa do Marinhense.
A 2ªParte começa na mesma toada, e com as condições atmosféricas cada vez pior, as equipas iam fazendo o jogo possível, isto num jogo cada vez com mais pausas. Aos 45 min., é a vez do Marinhense dispor de uma ocasião soberana, após falha da defesa do Académico de Viseu, mas Marcos deslumbra-se perante tal oferta e desperdiça incrivelmente. Aos 50 min., é Gonçalo que tem um potente remate de muito longe e obriga David a uma estupenda defesa para canto. O Académico de Viseu estava com sinal mais, e aos 62 min., vai mesmo acabar por introduzir a bola na baliza de David, mas o lance é bem invalidado, num lance em que Caramelo revelou alguma ingenuidade, tocando numa bola que seguia para dentro da baliza do Marinhense, estando ele em posição de fora de jogo. O Académico de Viseu tinha algum ascendente, mas aos 72 min., o Marinhense vai ter um lance rápido de ataque, com Henrique a conseguir um corte oportuno e a evitar males maiores para a sua defesa.
Quanto a arbitragem de Luís Dionísio e seus pares, boa arbitragem, num jogo com apenas pequenos erros de pormenor.

 Resultado que se aceita, pois apesar de alguma ténue superioridade do Académico de Viseu em alguns períodos do jogo, na maior parte do tempo, o jogo foi equilibrado, embora nem sempre bem jogado, o que se desculpa em grande parte pelas difíceis condições atmosféricas. Quanto ao Marinhense, continua numa posição delicada e torna-se importante pontuar nos próximos jogos.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Juvenis : AC Marinhense derrotado pelo Beira Mar

Em fraco jogo de futebol, a equipa do Marinhense nunca conseguiu encontrar argumentos para se superiorizar à equipa do Beira-Mar, e acabou derrotada por 0-3.

1ªJornada da 2ªFase do Campeonato Nacional Juvenis / Série C
Estádio Municipal da Marinha Grande
Árbitro: Ricardo Branco (CA de Portalegre)
Assistentes: Sérgio Pita e Luís Neves
Espectadores: 100
AC Marinhense – SC Beira-Mar

AC Marinhense 0: David, Letra, Zé Ricardo (Cap.) (Diogo Vicente, 45 min.), Couto, Veloso (João Duarte, 55 min.), Lisboa, Ribeiro, Godinho, André Gil (Tony, 55 min.), Coelho, Marcos
Não Jogaram: Leandro, Miguel, João Carlos
Treinador: Rúben Ferreira
Adjunto: José Fate
Delegado : José Pinto
.
SC Beira Mar 3: Diogo, Bruno (João Gonçalo, 80+2 min.), Ramon, Guga, Mango, Lucas, André Gonçalves, Neves, Manú (Tiago, 73 min.), Marcos, Rafa (Portugal, 78 min.)
Não Jogaram: João
Treinador: José Maria
Delegado: Armando Rodrigues
.
Ao Intervalo: 0-1
Marcadores: 0-1 Manú (20 min.), 0-2 Mango (50 min.), 0-3 Rafa g.p (60 min.)
Acção Disciplinar: Amarelo a João Duarte (63 min.).
.
Num jogo poucas vezes entusiasmante, a equipa do SC Beira-Mar deslocou-se à Marinha Grande e venceu a equipa do Marinhense por 0-3.
O jogo até começou equilibrado, mas paulatinamente o Beira-Mar foi crescendo e passou a controlar o meio-campo. Assim, não foi de estranhar, que aos 20 min., chegue mesmo ao 0-1. Grande remate de Marcos, com a bola a embater na barra da baliza de David, e perante a passividade da defesa do Marinhense, Manú a ser mais rápido, e a fazer o 0-1. Em vantagem no marcador, a equipa do Beira-Mar ia mostrando mais tranquilidade e principalmente através do possante Marcos, ia dando muito trabalho à defensiva do Marinhense, que ia acusando muitas dificuldades. O Marinhense procurava equilibrar o jogo, mas as transições defesa-ataque raramente saíam bem, e com facilidade a equipa do Beira-Mar recuperava a bola.
Com mais bola e mais esclarecidos no jogo, não foi então de estranhar que aos 50 min., o Beira-Mar amplie a sua vantagem para 0-2. Jogada na esquerda, Rafa a cruzar e Manga a desviar para o golo. Dez minutos depois, aos 60, novo golo para o Beira-Mar, desta vez por Rafa, na marcação de uma grande penalidade, depois uma mão na bola de um defesa da equipa do Marinhense. Os comandados de Rúben Ferreira ia procurando contrariar o domínio da equipa de Aveiro, mas só aos 69 min., criam algum perigo, com Diogo Vicente a cabecear perigoso, para defesa apertada de Diogo para canto. Na resposta, novo lance de muito perigo para o Beira-Mar, com Manga a cabecear à barra da baliza de David, após mais uma boa jogada na esquerda do Beira-Mar.
Vitória indiscutível da equipa que viajou desde Aveiro, que foi sempre a equipa mais objectiva em campo e que sem ter feito um jogo excepcional, mereceu por inteiro a vitória. Quanto ao Marinhense, esteve longe das boas exibições que já fez esta época e como tal o resultado espelha isso mesmo.
Quanto a arbitragem de Ricardo Branco e seus pares, pequenos erros de pormenor sem qualquer influência no resultado final. Boa arbitragem.

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Futebol : Juvenis do AC Marinhense empatam na Figueira da Foz

Campo de Treinos do Estádio 
Municipal José Bento Pessoa (Figueira da Foz)
Árbitro: Fábio Veríssimo (Leiria). 
Auxiliares: Pedro Martins e Gracindo Vieira. 
Espectadores: 80. 
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Naval 0
Paulo, Zé Pedro (cap.), Toca, Leandro, Soqueiro, André Pina, Carlos (Loic, ao intervalo), Moacir, Flávio Alexis, e Ruben (Hiago, 65 min.). 
Não jogaram: Hugo Monteiro, Xavier, Bernardo, Chupeta e Fábio. 
Treinador: Fernando Mira.
.
AC Marinhense 0
David, Couto (Ricardo Fernandes, 67 min.), Toni, Godinho, Zé (cap.), Gonçalo Veloso, João Carlos (Gito, ao intervalo), Bacalhau, Marques (Gonçalo Coelho, 60 min.), Gonçalo Ribeiro e Letra. 
Não jogaram: Leandro e Natário.
Treinador: Ruben Ferreira.
.
Ao intervalo: 0-0. 
Golos: Nada a registar.
Acção Disciplinar: Amarelo a Gonçalo Coelho (70 min.), Hiago (80 min.) e Gito (80+1 min.).
.
Saldou-se por um 'nulo' o encontro que colocou frente-a-frente a Naval e AC Marinhense, respectivamente último e 7.º da tabela classificativa, separados por 12 pontos. 
Apesar do ponto somado, não se pode considerar um bom resultado para a equipa figueirense que precisa de diminuir o fosso pontual para os seus adversários mais directos (Sp. Covilhã e NDS Guarda) a fim de poder equilibrar em termos pontuais a disputa da segunda fase onde acontecerão as grandes decisões, designadamente as que dizem respeito à permanência neste escalão nacional.
Quanto à partida, as duas formações pecaram por falta de audácia. No período inicial, os marinhenses chegaram a ter alguma superioridade, assinalada no seu melhor período com duas oportunidades de golo, aos 27 e 29 minutos, que não surgiu devido a duas excelentes intervenções do guardião da Figueira da Foz, Paulo. 
O intervalo foi bom conselheiro para os navalistas e Fernando Mira decerto explicou que só ganha quem marca golos e, desta forma, a Naval apareceu mais afoita, com melhor dinâmica ofensiva, mas com imensa fragilidade no último terço do terreno.
O resultado final (0-0) acaba por ajustar-se ao que se passou no terreno com o domínio a ser repartido pelas duas equipas, uma em cada parte, mas ambas a demonstrar níveis reduzidos de eficácia.

Texto: Rogério Neves (Diário de Leiria)
Foto: Diário de Coimbra

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Futebol : Juvenis do AC Marinhense usaram a eficácia para bater aveirenses

Estádio Mário Duarte, em Aveiro
Árbitro: Augusto Costa (Aveiro).
Auxiliares: Alcino Soeiro e Hélder Ferreira.
Espectadores: 100.

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SC Beira-Mar 1
João Pedro, Bruno, Ramon, Guga, Mango, Neves, Ladeiro (Marcos, 76 min.), André, Regêncio (Nuno, 60 min.), Rafa (João Gonçalves, 70 min.) e Lane.
Treinador:Zé Maria.
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AC Marinhense 2
David, João Couto, António Luís, Diogo Vicente, José Ricardo, Gonçalo, João Carlos (Bruno Godinho, 55 min.), Paulo Antunes (João Duarte, 76 min.), Marco (André Gil, 80+1 min.), Gonçalo Ribeiro e Tiago Letra.
Treinador: Sérgio Querido.
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Ao intervalo: 1-1.
Golos: Bruno (2 min.), Paulo Antunes (3 min.) e Marco (79 min.).
Acção Disciplinar: Amarelo a Rafa (65 min.) e Diogo Vicente (76 min.).
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Num jogo de qualidade, ganhou quem conseguiu ser mais eficaz. Os dois treinadores apresentaram algo pouco comum em campo, mesmo em escalões de formação, ou seja, colocaram as equipas a jogar um futebol positivo, vistoso, com ideias e princípios bem assumidos e definidos.
Mesmo com os olhos postos na baliza do adversário, as duas equipas jogaram, contudo, de forma distinta. O Beira-Mar, mais ambicioso, apresentou muito mais posse de bola, enquanto o Marinhense revelou-se mais expectante, mas quando ganhava a bola sabia o que fazer, contribuindo, para isso, Paulo Antunes, um médio pequeno em altura mas com muito futebol nos pés.
O jogo começou com golos. Dois em dois minutos. Um para cada equipa. Bruno marcou para o Beira-Mar e Paulo Antunes restabeleceu a igualdade para o Marinhense. Este equilíbrio inicial estendeu-se durante todo o encontro, com as equipas a jogarem bem, mas a terem poucas oportunidades para finalizar.
E foi já nos últimos dois minutos que tudo se decidiu. André Santos permitiu uma grande defesa a David ao minuto 79 e Marco não se fez rogado perante João Pedro no minuto 80. O vencedor decidiu-se aí, pela eficácia. Quem não marcou, sofreu.
O trio de arbitragem teve uma prestação positiva.
 

 
Texto: A. Silva e R. Carvalhal (Diário de Leiria)
Foto: Diário de Aveiro

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Futebol : AC Marinhense arranca empate justo ao ‘cair do pano’ em jogo fraco

Ac Marinhense 1
David Santos, Tiago Letra, José Ricardo (Cap.), João Couto, Gonçalo Veloso (Gonçalo Coelho, 63 min.), Pedro Coelho, Mário Vigia, Francisco M
ota (Marcos Santos, 40 min.), Bruno Godinho, João Carlos, António Luís (André Gil, 80+1 min.).
Não jogaram: Leandro Neto, Diogo Vicente, Ricardo Fernandes, Samuel Neto.
Treinador: Sérgio Querido.
Adjunto: Flávio Damásio
Delegado: Roberto Fernandes

  CF ‘Os Repesenses’ 1
Fernando, Chico Leão, Picaré, António, Didi, Kiko (Cap.), Ramalho (Chico, 76 min.), Gabi, Miguel (Ari, 52 min.), Rafael, João Silva (Rafael, 80 min.).
Não jogaram: Alex, Ricardo, Delfim.
Treinador: José Barbosa.

Estádio Municipal da Marinha Grande.
Espectadores: 200.
Árbitro: Hugo Pires (Leiria). Auxiliares: Pedro Figueiredo e Marco Silva.
Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1, Gabriel (5 min.); 1-1, Marco Santos (76 min.).
Acção Disciplinar: Cartão amarelo a Didi (35 e 80+3 min.), Ramalho (75 min.).

Perante um Marinhense algo apático e intranquilo, foi o Repesenses quem entrou melhor no jogo e, logo num dos seus primeiros lances de ataque, chegou mesmo chegar à vantagem num cruzamento de João Silva que Gabriel, com toda a calma do mundo, aproveitou para fazer o 0-1.
Em vantagem no marcador, e impondo um futebol apoiado e consistente, a equipa do Repesenses foi continuando a dominar o jogo, e por muito pouco não ampliou a sua vantagem (25 min.), na sequência de um livre na esquerda, com Gabriel a obrigar David Santos a uma defesa muito apertada para canto.
Apesar de esforçado, as coisas tardavam em sair bem ao Marinhense que esbarrava sempre num bem organizado e compacto meio campo do Repesenses, que cortava invariavelmente as tentativas da equipa da Marinha Grande em sair para o ataque, pelo que o resultado ao intervalo era de inteira justiça.
Para a segunda parte, o AC Marinhense entrou mais forte e objectivo, beneficiando de um lance de muito perigo: bola lançada para a área do Repesenses, com um defesa a hesitar, com a bola a sobrar para Pedro Coelho que, em excelente posição, acabou por desperdiçar e rematar para fora.
O mesmo Pedro Coelho, aos 63 min., e na marcação de um canto directo bastante traiçoeiro, colocou Fernando à prova, mas este, atento, conseguiu defender. O Marinhense não desistia de chegar ao empate, e Marco Santos, aos 72 min., teve um excelente lance individual no interior da área do Repesenses, permitindo, no entanto, a Fernando uma excelente defesa para canto. Ficava o aviso.
Foram precisos apenas mais cinco minutos para Marco Santos chegar mesmo ao golo do empate: bola lançada em profundidade, com Marco Santos a ganhar em velocidade e, à saída de Fernando, em esforço, fazer o 1-1 final.
Resultado justo, já que depois de uma primeira parte em que o Repesenses dominou e foi sempre mais forte, na etapa complementar o AC Marinhense entrou melhor, jogando de uma forma mais objectiva e tendo conseguido chegar ao golo através de um lance individual de Marco Santos, que assim pôs justiça no marcador já bem perto do apito final.
Quanto à arbitragem de Hugo Pires e seus pares, estiveram simplesmente irrepreensíveis e sem uma única falha de maior que se lhes possa apontar.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Juvenis : AC Marinhense perde com Sporting

Estádio Municipal da Marinha Grande
Assistência: Cerca de 800 Pessoas
Árbitro: Rui Mendes, do CA de Santarém, auxiliado por Adriano Sousa e Pedro Lopes
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AC Marinhense 0
Treinador: Luciano Silva
Rúben Lopes, Ivo Brígido (João Duarte, aos 64 min.), Zé Ricardo, David Marques, André Lemos (Cap.), Rúben Fernandes, Vasco Elvas, Sérgio, Daniel Oliveira (António Guardado, aos 79 min.), Tiago Lopes (Francisco Simão aos 79 min.), Ricardo Jorge
Suplentes: Luís Carlos, Francisco Simão, Vinagre.
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Sporting CP 3
Treinador: Luís Pedrosa
João Leite, João Marques, Bruno Wilson (Cap.), Hugo Meira, Bruno Gomes, Pedro Ferreira, Lisandro Semedo (Simão Serra, aos 77 min.), Matheus Pereira (Lucas Jamanca, aos 47 min.), José Postiga (Marco Barros, aos 69 min.), Rafael Barbosa, Fábio Martins
Suplentes: Vladimir Stojkovic, João Serrano, Mamadu.
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Ao intervalo: 0-2
Marcadores: 0-1 Lisandro Semedo (aos 7 min.), José Postiga (aos 21 min.), 0-3 José Postiga (aos 52 min.)
Acção Disciplinar: Cartão Amarelo a Lisandro Semedo (aos 58 min.), Sérgio (aos 68 min.).
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Depois do surpreendente empate na primeira volta, na Academia de Alcochete, era com natural expectativa que se aguardava a visita do Sporting ao Municipal da Marinha Grande. Por isso, não foi de estranhar o muito público presente.
Mas o jogo deste sábado teve uma história bem diferente e logo aos 6 minutos ficava o primeiro aviso. Lançamento para as costas da defensiva do Marinhense, e Lisandro Semedo a rematar forte, com a bola a embater com estrondo na barra da baliza de Rúben Lopes. Aos 7 minutos de jogo o Sporting vai mesmo chegar ao golo. José Postiga a ganhar posição, e a saída de Rúben Lopes a colocar a bola em Lisandro Semedo, que só teve de encostar para o 0-1.
Em vantagem no marcador, o Sporting continuou a pressionar forte, perante uma equipa do Marinhense que parecia algo surpreendida pelo forte início de jogo da equipa leonina. Assim, não foi de estranhar que aos 21 minutos, depois de mais um lançamento longo para as costas da defensiva do Marinhense, José Postiga a ganhar posição, Rúben a não conseguir interceptar o lance, e á vontade José Postiga a ampliar a vantagem do Sporting. Só aos 26 de minutos de jogo, é que o Marinhense vai conseguir libertar-se da pressão e criar o seu primeiro lance de algum perigo. Ricardo Jorge a trabalhar bem na esquerda, a cruzar para a área, onde aparece repentino Daniel Oliveira, a rematar forte, com a bola ainda a ressaltar num defesa do Sporting e a obrigar João Leite a uma defesa bastante complicada. Na resposta, mais uma bola nas costas da defensiva do Marinhense, e Lisandro Semedo novamente a rematar forte, para boa defesa de Rúben. Aos 31 minutos, é o Marinhense que vai ter um bom lance. Ivo Brígido a progredir na direita e a flectir para o centro, a colocar em Ricardo Jorge, que estava em posição privilegiada, mas a defensiva do Sporting a conseguir anular o lance para canto.
Aos 33 minutos, novo lance de muito perigo para o Sporting, com Pedro Ferreira a aparecer na cara de Rúben, a tentar o chapéu, mas a bola acaba por sair um pouco por cima da baliza.
A segunda parte começa na mesma toada, ou seja, com o Sporting a controlar o jogo e o resultado, perante uma equipa do Marinhense que tardava em conseguir impor o seu habitual jogo. Assim, não é de estranhar que aos 52 minutos o Sporting amplie a sua vantagem para 0-3. Rui Mendes a entender que Lucas Jamanca sofreu falta dentro da área do Marinhense e na conversão do lance, José Postiga a não falhar e a fazer o 0-3.
Em vantagem confortável no marcador, a equipa do Sporting ia gerindo o tempo conforme mais lhe interessava, perante uma equipa do Marinhense que tinha, como habitualmente, em Ricardo Jorge o seu elemento mais inconformado, mas que desta vez não conseguiu criar grandes lances de perigo.
Vitória justa e por números que não deixam dúvidas, da equipa do Sporting, que naturalmente mostrou ter outros argumentos para vencer o jogo, perante uma equipa do Marinhense que pagou caro um mau início de jogo, e que demorou a conseguir libertar-se e a praticar o seu jogo habitual.
Quanto a arbitragem de Rui Mendes e seus pares, pequenos erros de pormenor, mas no geral actuação positiva.

terça-feira, 5 de março de 2013

Futebol : AC Marinhense ainda assustou o Benfica

A equipa de juvenis do Marinhense esteve perto de contrariar o favoritismo do Benfica que somou uma preciosa vitória por 2-1 e ascendeu ao topo da classificação desta segunda fase.
A partida não foi nada fácil para os comandados de Renato Paiva com o Marinhense a apresentar-se em Lisboa de fo...
rma organizada e atrevida. Assim, cedo a formação de Luciano Silva se colocou em vantagem quando, aos 15 minutos, Rúben Fernandes surpreendeu Rafael Lopes com um remate de longe, inaugurando o marcador.
A perder, os 'encarnados' foram de imediato à procura do prejuízo mas encontraram pela frente uma equipa que se defendeu muito bem, com as linhas muito recuadas e organizadas. Apesar de o Benfica ter dominado por completo a primeira parte, foi o Marinhense que chegou ao intervalo em vantagem.
No segundo tempo, o treinador 'encarnado' promoveu algumas alterações mas, apesar da forte pressão, o Benfica não conseguia chegar ao golo. Foi preciso esperar até ao minuto 65 para as águias minimizarem o estrago, com João Lima a conseguiu desfeitear o guardião Rúben Lopes.
Motivados pelo tento da igualdade, os jogadores da casa foram à procura do golo do triunfo e este acabaria mesmo por chegar, aos 71 minutos, após uma cabeçada vitoriosa de Hildeberto Pereira.
Até final, o Benfica podia ter feito mais um ou outro golo mas nem Iuri Gomes nem João Monteiro revelaram pontaria gorando-se dois lances de perigo, enquanto o Marinhense parecia ser uma equipa rendida às evidências e sem capacidade para voltar a lutar por algo mais.
Com este resultado, o Marinhense mantém a terceira posição, com sete pontos e, na próxima jornada, desloca-se ao reduto do último classificado, o Operário que, na primeira volta, perdeu na Marinha Grande por 2-1.
José Roque (Diário de Leiria)

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Futebol : AC Marinhense vence Vitória de Setúbal (Juvenis)

Num jogo bem disputado, entre duas boas equipas, a equipa de Luciano Gomes foi mais forte e venceu o Vitória de Setúbal por 2-0, mantendo o 3ºlugar na classificação, a apenas 1 ponto dos lugares de acesso á fase final do campeonato

Jogo da 4ªJornada da 2ªFase do Campeonato Nacional/Série B - Juvenis
Estádio Municipal da Marinha Grande
Assistência: Cerca de 200 Pessoas
Árbitro: Marco Gomes, do CA da Leiria, auxiliado por João Ruivo e Tiago Pinto

AC Marinhense: Rúben Lopes, Ivo Brígido, Zé Ricardo, David Marques, Luís Carlos (André Lemos, aos 69 min.), Sérgio Pinto, Rúben Fernandes, Vasco Elvas, Daniel Oliveira (Cap.), Tiago Lopes (Miguel Vinagre, aos 56 min.), Ricardo Jorge (João Duarte, aos 80 + 2 min.)
Suplentes não utilizados: Manuel Feteira, Francisco Simões, António Guardado
Treinador: Luciano Silva
Adjunto: Nélson Roque
Delegado: Abel Oliveira

Vitória de Setúbal: Ricardo Diniz, Fábio Oliveira, João Pereira, Rúben Silva, Cristiano Martins (Cap.), Diogo Conceição, João Barros, Frederico Correia, Alfa Jáló (Rui Leite, aos 61 min.), André Horta, João Contente (Édi Fernandes, aos 40 min.)
Suplentes não utilizados: Rúben Rocha, Marco Gomes, André Lopes, Tiago Fernandes, José Martins
Treinador: Carlos Grosso
Adjunto: João Carlos
Massagista: Manuel Ventura
Delegado: Joaquim Mendes
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Ao intervalo: 0-0
Marcadores: 1-0 Ricardo Jorge (aos 62 min.), 2-0 Rúben Fernandes (aos 77 min.)
Acão Disciplinar: Cartão Amarelo a Frederico Correia (os 67 min.), João Pereira (aos 72 min.), Sérgio Pinto (aos 76 min.)
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Numa manhã agradável na Marinha Grande, a equipa do AC Marinhense recebeu no Estádio Municipal, a equipa do Vitória de Setúbal em mais uma jornada da 2ªfase do Campeonato Nacional de Juvenis.
E logo aos 5 minutos, o Marinhense quase que chegava ao golo. Rúben Silva a “inventar” em zona proibida, com Sérgio Pinto a recuperar e em excelente posição para chegar ao golo, permite a defesa de Ricardo Diniz. O jogo estava bastante interessante, com o Marinhense a fazer uso do seu habitual jogo directo, perante uma equipa do V.Setúbal que procurava jogar um futebol mais apoiado. Aos 21 minutos, é a vez do V.Setúbal criar muito perigo. Frederico Correia a cruzar na direita e Diogo Conceição em posição privilegiada a tentar um remate acrobático e a falhar o golo, quando tinha tudo para marcar. O jogo estava bastante equilibrado, com as duas equipas a optarem por estilo de jogos distintos, mas com as defesas a conseguirem sempre superioridade perante os ataques adversários. O nulo ao intervalo ajustava-se na perfeição aos acontecimentos.
A 2ªParte começa com um V.Setúbal mais atrevido, e logo aos 45 minutos, Alfa Jáló a ganhar sobre vários adversários dentro da área do Marinhense, e a finalizar de forma acrobática, para boa defesa de Rúben Lopes. Aos 52 minutos, é Frederico Correia, que no interior da área, de cabeça, obriga Rúben Lopes a enorme defesa. O Marinhense não se intimidou e respondeu na mesma moeda. Aos 54 minutos, na marcação directa de um livre, Ricardo Jorge a rematar forte, com Ricardo Diniz a fazer uma enorme defesa, e a desviar a bola para canto, com esta ainda a bater na sua trave. Ficava o aviso, e aos 62 minutos, Ricardo Jorge vai mesmo chegar ao golo. Boa jogada colectiva do Marinhense, tabelinha de Ricardo Jorge com Miguel Vinagre, que devolve ao mesmo, e com Ricardo Jorge a entrar na área, a desviar a bola de Ricardo Diniz, e a fazer o 1-0 para o Marinhense. O V.Setúbal pareceu afectado com o golo e nunca mais voltou a criar real perigo. Assim sendo, foi mesmo o Marinhense que, aos 77 minutos vai mesmo ampliar a vantagem. Rúben Fernandes a aparecer com muito espaço na esquerda, a progredir, a rematar forte, com Ricardo Diniz a conseguir defender, mas na recarga Miguel Vinagre fez mesmo o 2-0 para a equipa do Marinhense e estabeleceu o resultado final.
Vitória justa do Marinhense, que foi uma equipa mais pragmática e que soube aproveitar as ocasiões de que dispôs, perante uma equipa do V.Setúbal, boa de bola, mas que quando chegava a zona de decisão não conseguia encontrar soluções para ultrapassar a bem organizada defensiva do Marinhense.Quanto a arbitragem de Marco Gomes e seus pares, algumas dúvidas em dois foras de jogo assinalados e nos quais resultavam lances de muito perigo, um para cada equipa, de resto, jogo tranquilo.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Juvenis : AC Marinhense perde em casa com o líder Imortal

Depois de um histórico empate em Alcochete na jornada anterior, a equipa do Marinhense não conseguiu este domingo fazer frente ao inesperado líder desta competição, e acabou derrotado por 0-1.


Jogo da 3ªJornada da 2ªFase do Campeonato Nacional/Série B - Juvenis
Estádio Municipal da Marinha Grande
Assistência : Cerca de 100 Pessoas
Árbitro: Pedro Martins, do CA da Leiria, auxiliado por Luís Sacramento e Sebastien Van Braeckel

AC Marinhense: Rúben Lopes, Ivo Brígido, Zé Ricardo, David Marques, Luís Carlos (André Lemos, aos 78 min.), Sérgio Pinto, Rúben Fernandes (Cap.), Vasco Elvas (Francisco Simão, aos 70 min.), Daniel Oliveira, João Duarte (Miguel Vinagre, aos 51 min.), Ricardo Jorge
Suplentes não utilizados: Duarte Neto, Tiago Lopes, António Guardado
Treinador: Luciano Silva
Adjunto: Nélson Roque
Delegado: Abel Oliveira

Imortal de Albufeira: André Paulo, Miguel Nogueira, Hugo Cruz, Duarte Martins (Cap.), Alexandre Quintela, João Assis, Gonçalo Oliveira (Paulo Oliveira, aos 70 min.), Miguel Barros (Álvaro Carreira, aos 55 min.), Tiago Mendes (Sérgio Conceição, aos 68 min.), Renato Sequeira, David Inácio
Suplentes não utilizados: Gabriel Vieira
Treinador: David Palma
Delegado: Rogério Rabeca
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Ao intervalo: 0-0
Marcadores: 0-1 Álvaro Carreira (aos 72 min.)
Acão Disciplinar: Cartão Amarelo a Miguel Nogueira (aos 65 min.), Renato Sequeira (aos 69 min.)
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Numa manhã chuvosa e com o relvado do Municipal da Marinha Grande bastante pesado, a equipa do Marinhense recebeu a equipa do Imortal em mais uma jornada da 2ªfase do Campeonato Nacional de Juvenis.
O jogo começou bastante equilibrado, com as duas equipas a procurarem não cometerem erros e a estudarem-se mutuamente. Aos 6 minutos, Vasco Elvas a trabalhar bem na direita, e a solicitar a entrada ao 2ºposte, mas a não aparecer ninguém. O Marinhense ia gradualmente tomando conta do jogo, mas tardava em conseguir criar ocasiões de verdadeiro perigo para a defensiva do Imortal, que ia mostrando muita organização. Aos 28 minutos, Ricardo Jorge a ter nos pés a primeira oportunidade de algum perigo. Lance na esquerda do ataque do Marinhense, com Ricardo Jorge a ganhar em velocidade e a rematar na passada para uma defesa segura de André Paulo. O Imortal não arriscava muito, jogava na contenção e ia procurando, sempre que podia, lançar rápidos contra-ataques. Só aos 38 minutos vai ter o seu primeiro lance de algum perigo, com Alexandre Quintela a rematar de longe para defesa segura de Rúben. Mas dois minutos depois, já em cima do intervalo, vai mesmo ser do Imortal a ocasião de maior perigo em toda a 1ªParte. Remate de muito longe de Alexandre Quintela, Rúben a facilitar, com a bola a passar-lhe por cima e por muito pouco a não dar golo para o Imortal. O empate ao intervalo espelhava na perfeição o que tinha sido o jogo.
A 2ªParte começou na mesma toada, ou seja, com o Marinhense a procurar tomar conta do jogo, perante uma equipa do imortal muito bem organizada e a procurar jogar mais na contenção.
Aos 42 minutos, lance de sucessivas tabelinhas entre os jogadores da equipa do Marinhense, e com Ricardo Jorge a criar algum perigo para o Imortal. Aos 53 minutos, depois de um cruzamento na direita de Ivo Brígido, Miguel Vinagre a cabecear com muito perigo, com a bola a embater na barra da baliza de André Paulo. Com o passar dos minutos, o Imortal mostrava querer arriscar mais, e aos 58 minutos tem uma boa jogada coletiva, com o central do Marinhense, Zé Ricardo, a conseguir fazer o corte, quando a jogada prometia muito perigo para a sua baliza. Mas ficava o aviso. E aos 72 minutos, a equipa do Imortal vai mesmo chegar ao golo. Perda de bola infantil de David Marques, João Assis a recuperar e a colocar em Álvaro Carreira, que em excelente posição, não falha e faz o 0-1 para o Imortal. Com oito minutos para jogar, o Marinhense ainda procurou responder, mas fazia-o já com pouco clarividência e não conseguiu alterar o resultado.
Vitória da equipa do Imortal, que premeia a sua disciplina táctica, pois o Imortal foi na Marinha Grande uma equipa que soube sofrer, foi solidária e que soube aproveitar a única oportunidade que dispôs para vencer o jogo. Quanto ao Marinhense, acabou por pagar caro por uma falha individual, mas pelo que fez ao longo dos 80 minutos, justificou outro resultado.
Quanto a arbitragem de Pedro Martins e seus pares, teve uma atuação regular, ficando apenas a dúvida num lance de possível mão na bola dentro da área do Imortal, mas estava bem colocado para analisar o lance.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Juvenis: AC Marinhense bate o pé ao Sporting

O AC Marinhense empatou 0-0 com o Sporting em jogo realizado no sábado, a contar para a segunda jornada da fase de apuramento do Campeonato Nacional de Juvenis, Série B, jogo disputado na Academia de Alcochete.
O resultado acaba por ser penalizador para a equipa leonina que teve sempre maior ascendente no jogo, mas que teve pela frente uma formação muito bem organizada em termos defensivos e que tapou todos os "buracos" para a sua baliza.
O Sporting na priemira parte, desperdiçou várias oportunidades de golo, algumas por ineficácia, outras por nítido azar. O Marinhense defendeu quase sempre com 11 jogadores atrás da linha da bola e só dispôs de uma oportunidade para marcar, nos últimos minutos, que até poderia ter dado os três pontos. à formação de Luciano Silva.
Com este resultado, o Marinhense é uma das grandes surpresas da prova com quatro pontos conquistados fruto de uma vitória e um empate. Na próxima jornada, a disputar no dia 17 de Fevereiro, o Marinhense recebe o Imortal que lidera a classificação com seis pontos.

José Roque - Diário de Leiria

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Juvenis : AC Marinhense vence Operário

Depois de ter garantido o histórico apuramento para a 2ªFase do Campeonato Nacional de Juvenis, a equipa do AC Marinhense estreou-se na competição com uma vitória por 2-1 frente a equipa do Operário dos Açores.


Jogo da 1ªJornada da 2ªFase do Campeonato Nacional Série C - Juvenis
Estádio Municipal da Marinha Grande
Assistência : Cerca de 100 Pessoas
Árbitro: Luís Dionísio, do CA da Leiria, auxiliado por João Silva e André Mendes

AC Marinhense: Leandro, Ivo Brígido, Zé Ricardo, David Marques, Luís Carlos (Rúben Fernandes, aos 72 min.), Tiago Lopes, Sérgio Pinto, Daniel Oliveira, Ricardo Jorge (Cap.), João Duarte (Miguel Vinagre, aos 58 min.), Francisco Simão (António Guardado, aos 65 min.)
Suplentes não utilizados: Rúben Lopes, Vasco Elvas, André Lemos
Treinador: Luciano Silva
Adjunto: Nélson Roque
Delegado: Abel Oliveira

Operário dos Açores: Mário Freitas, Diogo Félix (Cap.), Bruno Freitas, João Aragão, Guilherme Pacheco, Zé Oliveira, Rodrigo Cruz, Erico Andrade (Ricardo Varão, aos 71 min.), Rafael Benevides, Rui Brilhante (Patrício Coelho, aos 60 min.), Nuno Furtado (Luís Barbosa, aos 80 min. + 2)
Suplentes não utilizados: Rafael Medeiros, Arsénio Oliveira
Treinador: António Oliveira
Delegado: José Félix
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Ao intervalo: 2-0
Marcadores: 1-0 Ricardo Jorge (aos 7 min.), 2-0 João Duarte (aos 16 min.), 2-1 Zé Oliveira (aos 74 min.)
Acão Disciplinar: Amarelo a João Aragão (aos 15 min), Bruno Freitas (aos 26 min.), Francisco Simão (aos 33 min.), David Marques (aos 34 min.), Daniel Oliveira (aos 35 min.), Rui Brilhante (aos 50 min.), Zé Oliveira (aos 55 min.), Tiago Lopes (aos 60 min.), Ricardo Jorge (aos 78 min.)
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Numa manhã bastante chuvosa e com o relvado do Municipal da Marinha Grande bastante maltratado, a equipa do AC Marinhense recebeu e venceu a equipa do Operário dos Açores.
O Marinhense entrou pressionante no jogo e logo aos 7 minutos vai mesmo chegar ao 1-0. Jogada de Daniel Oliveira na direita, a colocar em Ricardo Jorge, que facilmente entra na área, e desvia a bola do guardião da equipa do Operário. Estava feito o primeiro golo do jogo. Em desvantagem no marcador, a equipa do Operário reagiu bem, e aos 9 minutos, Rafael Benevides tem um remate cruzado que leva algum perigo á baliza Leandro. Na jogada seguinte, novo lance de perigo para o Operário, após uma jogada de insistência, a bola sobra para Nuno Furtado, que em muito boa posição para fazer o golo, opta pelo passe a um colega, com a defesa do Marinhense a conseguir intercetar o lance.
Mas como tantas vezes acontece no futebol, quem não marca sofre e foi isso mesmo que aconteceu, com a equipa do AC Marinhense, a chegar novamente ao golo. Livre frontal a penalizar falta de João Aragão, e João Duarte com um remate forte, a fazer o 2-0. Sem ainda ter feito muito para isso, aos 16 minutos, o AC Marinhense ampliava a sua vantagem.
O Operário procurava responder e até tinha boas trocas de bola no plano ofensivo, mas pecavam com frequência no último passe, o que facilitava em muito o trabalho da defensiva do Marinhense. Aos 38 minutos, é novamente o Marinhense a criar perigo, com uma boa triangulação entre Tiago Lopes, Ricardo Jorge e com Daniel Oliveira a colocar com perigo na área, mas com o lance a ser cortado pela defensiva açoriana.
A 2ªParte começa praticamente com um lance de muito perigo para o Operário. Canto na direita para Nuno Furtado, e Bruno Freitas a aparecer dentro da pequena área, em posição privilegiada, mas a rematar muito fraco. O Operário ia procurando anular a desvantagem, e apesar de mostrar um bom futebol, ia esbarrando na bem organizada defensiva do Marinhense, que em vantagem no marcador, não arriscava tanto e procurava essencialmente o futebol direto, para a velocidade de Ricardo Jorge.
Com o passar dos minutos e com um campo cada vez mais pesado, pensava-se que dificilmente o marcador seria alterado, até que, aos 74 min., Zé Oliveira aparece solto á entrada da área, e finaliza de forma fácil, reduzindo a desvantagem da sua equipa para 1-2. A seis minutos do fim, estava relançado o jogo. A partir daqui, o Operário arriscou tudo, avançou no terreno, na tentativa de chegar ao golo do empate, deixando muito espaço nas suas costas e foi o Marinhense, que primeiro por Rúben Fernandes e depois por Tiago Lopes, que quase chegava ao golo, no entanto, o resultado de 2-1 não se alteraria.
Vitória justa do AC Marinhense, num jogo em que entrou forte, e em que aos 16 minutos já vencia por 2-0, mas que gradualmente foi perdendo qualidade, perante uma boa equipa do Operário, que fez pela vida, e que acreditou sempre até ao fim que poderia pontuar. Uma nota final para todo o ambiente de fair-play entre as duas equipas, antes, durante e após o jogo. O futebol deveria ser sempre assim.
Num campo bastante pesado e propício ao choque, Luís Dionísio e seus pares tiveram uma atuação bastante regular e sem qualquer influência no resultado da partida.
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