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domingo, 28 de fevereiro de 2016

Futebol: Empate em jogo fraco


Estádio Tomé Albano Féteira, em Vieira de Leiria
Árbitro: João Branco
Auxiliares: Daniela Oliveira e Ana Miguel
Espectadores: 120

ID Vieirense 0
João Feliciano, Júlio Gomes , Bruno Ferreira, Rúben Soares, Luís Féteira (Ricardo Lavos, 86'), Sérgio Letra (c), João Matos, Rafael Tojeira (Bernardo Giovety, 66'), João Pinto, João Gomes, Bruno Gomes (Renato Campos, 75')
Não jogaram: Miguel Jorge, Cristiano Tavares, Rodrigo Marques, Ricardo Neto
Treinador: Bruno Ramusga
Adjunto: Mário Leal
Delegado: Luís Heleno

GD Alvaiázere 0
João Mendes, Hugo Vieira, Pedro Simões (c), Pedro Cotas, Frederico, Nuno Lopes, Diogo Caseiro, David Hingá, André Ramos, Marito (Fábio Camisas, 65'), Ricardo Mobarq (Kiko, 83')
Não jogaram: Miguel, Castelão, Francisco
Treinador: Paul Neves
Adjunto: Ricardo Filipe
Delegado: José Castelão

Disciplina: Amarelo a Rafael Tojeira (28'), Hugo Vieira (52'), Frederico (88')


Num jogo com muito poucos lances de interesse e onde as equipas mais pareciam preocupadas em não perder, Vieirense e Alvaiázere empataram a zeros, num resultado que se ajusta ao que se passou em campo, mas que certamente não agradou a nenhuma das equipas.
O jogo começou lento, com muita bola na frente, mas com pouco critério nas transições e com as defesas a conseguirem facilmente anularem os ataques. Foi assim ao longo de toda a primeira parte, e onde um remate forte de João Matos por cima da baliza, foi o lance mais perigoso, o que mostra claramente o pouco interessante que foi a etapa inicial.
Para a etapa complementar, pouco mudou, e apesar das mudanças que os treinadores foram efectuando, raramente se conseguiu assistir a uma jogada perigosa e onde o golo estivesse verdadeiramente iminente. Destaque apenas para um remate perigoso de João Gomes, ligeiramente por cima, e para uma boa defesa de João Feliciano a remate de Ricardo Mobarq. Apesar destes lances, o jogo continuo lento e muito desinteressante até final.
Resultado justo que traduz bem o que foi o jogo: zero.
Boa arbitragem de João Branco.

Futebol: Ricardo Duarte garante vitória dos Juvenis do AC Marinhense

15ªJornada da Divisão de Honra da AF Leiria
Campo da Portela, na Marinha Grande
Árbitro: Bruno Santos
Auxiliares: Rafael Marques e João Carvalho
Espectadores: 100


AC Marinhense 3
Jorge, Teles, Dylan (c), Rafael Henriques, Isaac, Vítor, Alexandre Oliveira, Fábio, Ricardo Duarte, Tomás (João Luís, 69'), Carreira (André Vitorino, 64')
Não jogaram: Ricardo Matos, Luís, Afonso, Daniel, Rafael Vitorino
Treinador: Rui Bandeira
Adjunto: Rui Fonseca
Delegado: Paulo Silva

GC Alcobaça 2
Miguel Santos, Miguel Rainho (Pedro Frazão, 50'), Marco Brites, Francisco Carlinhos (Álvaro António, 69'), Samuel Duarte, Guilherme Sousa, Miguel Madruga, Duarte Martins, João Pimentel (Rodrigo Pio, 69'), Rodrigo Marta, Tomás Santos (Gonçalo Reis, int.)
Não jogaram: Leonardo Brimbote, Diogo Ramos, Rui Vidinha
Treinador: Noel Delgado
Adjunto: João Careu
Delegado: Paulo Santos

Golos: 1-0 Ricardo Duarte (45'), 2-0 Ricardo Duarte (50'), 3-0 ag Marco Brites (54'), 3-1 Duarte Martins (61'), 3-2 João Pimentel (68')
Disciplina: Amarelo a Francisco Carlinhos (44'), Rodrigo Marta (66'), João Luís (70'), André Vitorino (76'), Jorge (80' + 1). Vermelho a Rodrigo Marta (66'). Paulo Silva, Rui Fonseca e Noel Delgado tiveram ordem de expulsão do banco de suplentes.

Num jogo poucas vezes bem jogado, mas bastante disputado e equilibrado, o Marinhense foi mais forte e venceu o GC Alcobaça por 3-2, beneficiando ainda do empate do Caldas SC, para alargar ainda mais a sua vantagem na liderança. Ricardo Duarte foi decisivo, com dois golos, e interferência directa no outro.
O jogo começou num ritmo baixo, com muita luta e muita bola pela ar, mas raramente com as equipas a conseguirem criar lances de perigo. Só aos 18 min., vai surgir o primeiro lance de perigo, com Miguel Santos a temporizar demais num atraso de bola, acabando por rematar contra Carreira, e com a bola a bater caprichosamente no poste da baliza do GC Alcobaça e a não entrar. O Marinhense tinha mais bola, mas pela frente ia encontrando uma bem organizada equipa do GC Alcobaça, que com uma enorme entreajuda, ia conseguindo travar as ofensivas dos comandados de Rui Bandeira. Ainda assim, aos 31 min., novo lance de perigo para o Marinhense, com Teles a subir pelo seu flanco direito, a ganhar posição e a cruzar, mas com Carreira, em boa posição, a não conseguir fazer o desvio decisivo para golo.
A etapa complementar começa com um Marinhense mais objectivo em termos ofensivos e logo aos 42 min., Ricardo Duarte vai finalizar ligeiramente ao lado um cruzamento da esquerda. Ficava o aviso e pouco depois, o inevitável Ricardo Duarte vai mesmo inaugurar o marcador, respondendo da melhor forma a uma bola lançada para a área, e antecipando-se à defensiva alcobacense, consegue fazer o 1-0. Praticamente na resposta, o GC Alcobaça vai também criar perigo, com Miguel Madruga em boa posição, a cruzar na direita, mas a bola acaba por ir direitinha para as mãos de Jorge. Como muitas vezes acontece no futebol, quem não marca sofre, e foi o que aconteceu novamente, com Ricardo Duarte a dar o melhor seguimento a um cruzamento de Fábio, e de cabeça a ampliar a vantagem para 2-0. Pouco depois, o mesmo Ricardo Duarte, trabalha bem na direita, passa por vários adversários e quando tentou o passe para a área, Marco Brites tem um corte infeliz e coloca a bola na sua baliza, fazendo o 3-0. Apesar da desvantagem, a equipa do GC Alcobaça não deixava de acreditar e aos 61 min., no seguimento de um livre, Duarte Martins é o mais esclarecido dentro da área do Marinhense e faz o 3-1. No minuto seguinte, Gonçalo Reis tem uma ocasião soberana para fazer o 3-2 e relançar o jogo, mas precipita-se e remata por cima da baliza de Jorge. Mas não foi preciso esperar muito para o GC Alcobaça chegar mesmo ao 3-2, e aos 68 min., João Pimentel finazaliza da melhor forma uma jogada confusa no interior da área do Marinhense. Mesmo em desvantagem numérica, após a expulsão de Rodrigo Marta, o GC Alcobaça era quem estava melhor no jogo perante uma equipa da casa algo acomodada à vantagem de que dispunha. Com o jogo a encaminhar-se para o final, a equipa do GC Alcobaça ainda fez um forcing final para chegar ao empate, mas ia-o fazendo já com pouco critério e com a defensiva do Marinhense a conseguir anular..
Vitória que se aceita do Marinhense, num jogo em que se acomodou demasiado cedo com o resultado obtido, perante uma equipa do GC Alcobaça, que em desvantagem, mostrou uma enorme competitividade e com um pouco de sorte, podia mesmo ter chegado ao empate.
Boa arbitragem de Bruno Santos, ainda que não isenta de pequenos erros, mas sem qualquer influência no marcador.

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

SC Marinhense quer pavilhão renovado


quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Futebol: Iniciados da EAS Marinha Grande goleiam e continuam caminhada triunfal

Campo do Tojal, em Picassinos
Árbitro: Joni Correia
Auxiliares: João Carvalho e Rui Rocha
Espectadores: 120

EAS Marinha Grande 5
Samuel (Ricardo, 50'), Rodrigo, Gonçalo Pegas, Bernardo Bastos (c), Diogo Rainho, André Sousa, Gonçalo, Francisco Simões (Duberck, 50'), Vasco (Tiago Jorge, 50'), Rodrigo (Paulinho, int.), Tomás Machado (Tomás Gomes, int.)
Treinador: Fonseca
Adjunto: Rui Dias
Delegado: Rafael

UD Leiria B 0
Afonso, Bryan, Luizão (c) (Lopes, 58'), Rafael, Daniel Ribeiro (Simão, 49'), Felizardo (Miguel, 58'), Trindade, Gouveia, Alex (Monteiro, 49'), Daniel Lyapin (Gonçalo, 49'), Xico
Não jogaram: Camarate, Filipe
Treinador: Mário Biscaia
Adjunto: Agostinho
Delegado: Oliveira

Debaixo de uma chuva intensa e de um forte vento, EAS Marinha Grande e UD Leiria B proporcionaram aos "heróicos" espectadores um jogo com duas partes bem distintas e onde o factor vento teve a sua quota parte de responsabilidade.
A jogar a favor do vento, a equipa da UD Leiria B entrou bem no jogo e logo aos 5', o incansável Xico tem um bom trabalho individual, que finaliza com um remate ligeiramente ao lado da baliza de Afonso. Praticamente na resposta a este lance, e no seguimento de um canto na esquerda, lance de insistência da EAS Marinha Grande, com Tomás Machado a obrigar Samuel a uma grande defesa para canto. Pouco depois, é Diogo Rainho (um dos melhores em campo), que tem um lance delicioso na esquerda, passa por vários adversários e oferece o golo a Francisco Simões, mas um defesa da equipa de Leiria consegue o corte mesmo em cima da linha de golo. O jogo seguia equilibrado, e se a equipa da EAS Marinha Grande procurava mais sair com a bola controlada, para mais a jogar contra o forte vento, já a equipa de Mário Biscaia apostava mais num futebol directo, onde o possante Daniel Lyapin e o irrequieto Xico iam dando que fazer à defensiva marinhense. Com o jogo quase no intervalo, tempo ainda para a EAS Marinha Grande ter mais um lance perigoso, com Tomás Machado a desperdiçar uma boa oportunidade de golo, após um remate de Francisco Simões.
Depois de uma etapa inicial equilibrada, a etapa complementar foi de domínio completo da equipa da EAS Marinha Grande, que agora a favor do vento, conseguiu finalmente impor o seu jogo e mostrar o porquê de ser líder destacado do campeonato só com vitórias. Logo aos 38 min., Rafael tem um corte defeituoso, e acaba por introduzir a bola na sua baliza. Pouco depois, aos 44 min., e numa jogada de insistência, Francisco Simões amplia para 2-0. Pouco depois, é Vasco, que com tudo para marcar, escorrega e falha o que parecia um golo certo. Aos 48 min., novo golo para a equipa da casa, com Gonçalo na marcação de um canto directo a ampliar a vantagem para 3-0. Aos 50 min., é a vez de André Sousa responder com um desvio subtil de cabeça a um cruzamento da direita e elevar o resultado para 4-0. A UD Leiria B já pouco atacava, e quando o fazia era normalmente através de lances individuais do incansável Xico, que aos 58 min., tem um cruzamento/remate perigoso, com Bernardo Bastos a salvar em cima da linha de golo. Mas vai ser a equipa da EAS Marinha Grande que vai novamente chegar ao golo, o 5-0, aos 63 min., num livre directo de Gonçalo, em que Afonso dá ideia de ter sido mal batido.
Vitória indiscutível da equipa da EAS Marinha Grande, que segue assim a sua caminhada triunfal rumo aos nacionais, perante uma equipa mais jovem da UD Leiria B, que em alguns períodos deu boa réplica, mas que acabou vencida pela maior qualidade do adversário.
Boa arbitragem de Joni Correia e seus pares.

Foto: Ricardo Machado

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Futebol: Seniores do Marinhense vencem e isolam-se na liderança


16ªJornada da Divisão de Honra da AF Leiria
Campo da Portela na Marinha Grande
Árbitro: Tiago Pinto
Auxiliares: João Pedrosa e Ricardo Gameiro
Assistência; 150 espectadores
AC Marinhense 4 - UDRC Matamourisquense 1

AC Marinhense 4: Rúben Fernandes, Fred Machado (c) (Eduardo Valente, 68'), João Luís, David, Daniel Oliveira, Rodolfo Cabral (André Cruz, 73'), Vinagre, Marco Azenha, Baixinho (Marcelo, 80'), Sady, André Taveira
Não jogaram: Makê, Cláudio, Rúben Brigido, Madruga
Treinador: Luciano Silva
Adjunto: Nélson Roque
Delegado: Pedro Torres

UDRC Matamourisquense 1: Zé, Gonçalo Ramos (c), Henrique, Ezequiel, Marquito (Damien, 45'), Cristóvão, Pedro Dias, Brunito (Rui Guerreiro, 67'), Dinis, Andrésito (Dylan, 75'), Yulian
Não jogaram: Rodolfo, Gabi, Flávio
Treinador: Hélder Pereira
Adjunto: Carlos Cordeiro
Delegado: Dinis Duarte

Ao intervalo: 2-0
Marcadores: 1-0 Rodolfo Cabral g.p (5'), 2-0 André Taveira (19'), 3-0 ag de Pedro Dias, 4-0 Baixinho (77'), 4-1 Rui Guerreiro (88')
Acção Disciplinar: Amarelo a Marquito (34'), David (41'), Ezequiel (50' e 60'), Gonçalo Ramos (60'), Yulian (90'). Vermelho por acumulação de amarelos a Ezequiel (60').
Tarde tranquila para o líder da competição, o AC Marinhense, que a jogar em casa venceu confortavelmente a equipa da Matamourisca por 4-1, e beneficiou do desaire do GC Alcobaça para se isolar novamente na liderança da competição.

O jogo começou praticamente com o primeiro golo da equipa da casa. Logo aos 5 min., Tiago Pinto entende haver mão na bola dentro da área da Matamourisca e Rodolfo Cabral na marcação da grande penalidade faz o 1-0 para o Marinhense. Empolgado pelo golo, a equipa da casa continuou por cima no jogo e aos 19 min., vai mesmo chegar ao 2-0, com André Taveira a ser lançado na esquerda, a conseguir contornar Zé, e já de ângulo apertado faz o golo. Pouco depois,  é Sady que vai ter uma soberana ocasião de golo, mas só com Zé pela frente, acaba por permitir a defesa deste. Em desvantagem,  a equipa da Matamourisca ia tendo muitas dificuldades em conseguir criar lances ofensivos e apesar do muito esforçado Yulian, a bola raramente lhe chegava em condições.  Era a equipa da casa quem estava por cima no jogo, e aos 54 min., num desentendimento defensivo da equipa da Matamourisca, Pedro Dias acaba por involuntariamente introduzir a bola na sua baliza e fazer assim o 3-0 para o Marinhense. Pouco depois, é Vinagre, que após uma assistência de Marco Azenha, tem um bom lance individual, que culmina com um remate de fora da área, que caprichosamente não entra e bate na barra da baliza de Zé. E se as coisas já estavam complicadas para a equipa de Hélder Dias, pior ficaram a partir dos 60 min..  quando Ezequiel é expulso por acumulação de amarelos e deixa a sua equipa a jogar em inferioridade numérica. O Marinhense ia dominando a seu belo prazer, e aos 77 min., depois de um cruzamento da esquerda, Baixinho com um remate cruzado faz o golo e amplia a vantagem do Marinhense para 4-0. Com o jogo agora mais quezilento, e a encaminhar-se para  seu final. tempo ainda para a equipa da Matamourisca fazer  o 4-1, com Rui Guerreiro a aproveitar uma defesa incompleta de Rúben , e oportuno faz o golo de honra para a Matamourisca.
Vitória justa e por números que espelham bem o que se passou dentro das quatro linhas, onde ficou claramente demonstrado que estas duas equipas lutam por objectivos distintos no campeonato.
Quanto a arbitragem de Tiago Pinto, não esteve isenta de erros, mas sem qualquer influência no resultado.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Futebol: Juvenis do Marinhense goleiam GRAP e seguem firmes na liderança


Campo da Portela, Marinha Grande
Árbitro: Tiago Pinto.
Espectadores: 100. 

AC Marinhense 6
Jorge, Peles, Dylan (c), Rafael, Luisão, Vítor (Marcelo, 69'), Alexandre (Afonso, 62'), Fábio (Márcio, int.), Ricardo Duarte, João Luís (Tomás, int.) e Carreira (Daniel, 69').
Não jogaram: Ricardo Matos, Franco.
Treinador: Rui Bandeira.

GRAP 1
Renato (Monteirinho, int.), Rodrigo Vieira, Bernardo (Miguel Ângelo, 78'), José Santos (c), Carlos Tavares (Ruben Carreira, 55'), Alex, João Tavares, Mateus, Nuno (Melo, int.), Peloli (Lucas, 55'), Nico Trecossi.
Treinador: César Matias.

Ao intervalo: 4-0.
Golos: 1-0 Vítor (3'), 2-0 Ricardo Duarte (11'), 3-0 Carreira (22'), 4-0 João Luís (40'), 4-1 João Tavares (48'), 5-1 Márcio (68'), 6-1 Afonso (74').
Disciplina: Amarelo a Bernardo (38'), Mateus (62'), Alex (73'), Dylan (73'), Melo (80').

O AC Marinhense continua imparável rumo ao título distrital no escalão de juvenis depois de mais uma vitória diante do GRAP por 6-1, resultado que deixa a formação de Rui Bandeira mais confortável no primeiro lugar, somando agora 10 vitórias em 11 jornadas.
Frente a uma equipa dos Pousos que luta desesperadamente pela manutenção, os líderes do campeonato não tiveram dificuldades em 'atropelar' o adversário, ficando bem patente dentro de campo a diferença de qualidade entre os dois emblemas.
O AC Marinhense começou o jogo praticamente a ganhar quando Vítor, de cabeça, deu a melhor sequência a um pontapé de canto, abrindo o activo logo aos três minutos.
Não foi preciso esperar muito para o marcador voltar a sofrer alteração já que, após cruzamento de Fábio, Ricardo Duarte antecipou-se ao guarda-redes dos Pousos e fez o 2-0.
O jogo estava fácil para a formação vidreira, e mais ficou com o 3-0 que chegou após uma jogada de insistência do AC Marinhense com a bola a sobrar para o segundo poste onde apareceu Carreira a encostar para o golo.
Em cima do apito para o intervalo, o Marinhense voltou a marcar através de um remate de longe de João Luís, sem hipóteses para Renato.
Com a vitória já praticamente assegurada, o Marinhense surgiu na segunda parte menos pressionante, dando alguma iniciativa de jogo ao GRAP. A formação dos Pousos aproveitou a deixa para dar um ar da sua graça ao reduzir para 4-1 quando João Tavares aproveitou um desentendimento entre dois defesas da casa para, de primeira, atirar para o fundo das redes.
Apesar de o jogo ter ficado mais dividido, o Marinhense foi sempre a equipa mais perigosa perante um GRAP inofensivo, com o 5-1 a chegar após uma bola bombeada para a área, sobrando para Márcio atirar a contar.
Já perto do apito final, Márcio voltou a estar em destaque ao cobrar um livre directo que proporcionou uma grande defesa a Monteirinho, mas, na recarga, Afonso encostou para o 6-1 final.
Arbitragem positiva de Tiago Pinto, num jogo fácil.

domingo, 7 de fevereiro de 2016

Futebol: Obra prima de Brilhante segura SL Marinha na Taça

Campo da Ordem, Marinha Grande
Árbitro: Rafael Marques. 
Assistentes: Diogo Lucas e Bruno Santos.
Espectadores: 100. 

SL Marinha 2
André Cardoso, Ricardo Ezequiel (Gameiro, 58’), Cláudio Rocha, Nuno Vieira, Leandro, Rafael Gomes (Aléxis, 50’), Ricardo Ribeiro, Diogo Jordão (André Mouzinho, 50’), Ricardo Oliveira (c), Rúben Brilhante, Emanuel.
Não jogaram: Rafael Ribeiro, Diogo Costa.
Treinador: Edgar Viana.
Adjunto: Paulo
Delegado: Hugo Rebola
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Moita do Boi    1
Duarte, Dinis (Daniel, 67’), Marco (C), Tomy (David, 53’), Micael, Diogo, Gonçalo (Dani Santos, 53’), Barca, Dany Fernandes, Riky, Cintra (Alexandre, 67’).
Não jogaram: Pedro, Mica e Xavier.
Treinador: José Gaspar.
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Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Nuno (28’, g.p.), 1-1 Cintra (45’), 2-1 Rúben Brilhante (62’).
Disciplina: Amarelo a Rafael Gomes (8’), Dany Fernandes (56’), Rúben Brilhante (67’), Duarte (73’). José Gaspar e Tony Cintra receberam ordem de expulsão do banco da Moita do Boi.
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Frente a um Moita do Boi voluntarioso e aguerrido, o SL Marinha teve algumas dificuldades em impor o seu jogo e só um lance individual de Rúben Brilhante permitiu à equipa de Edgar Viana desbloquear o jogo e seguir em frente na Taça Distrital.
A jogar em casa, e frente a uma equipa de escalão inferior, o SL Marinha procurou desde cedo tomar conta das operações, mas pela frente foi encontrando um Moita do Boi muito pressionante, e a conceder poucos espaços. Ainda assim, Diogo Jordão rematou com selo de golo, com Duarte a responder com uma enorme defesa para canto.
O SL Marinha tinha mais bola, mas sempre longe da zona de decisão, até que, num lance muito contestado pelos visitantes, o árbitro assinalou grande penalidade. Na conversão, Nuno Vieira não vacilou e fez o 1-0 para o SL Marinha.
Na segunda parte, o Moita do Boi, sempre com uma notável entrega ao jogo, foi começando a acercar-se com mais perigo junto da baliza contrária. Cintra era o elemento mais perigoso, e já depois de ter desperdiçado duas boas ocasiões, chegou mesmo ao golo depois de um bom lance individual, fazendo o empate.
Na resposta, Rúben Brilhante ‘abriu o livro’ e, já depois de ter ameaçado, conseguiu colocar o SL Marinha na frente após um delicioso trabalho individual ao passar por vários adversários e, na cara de Duarte, não vacilou. A partir daqui, o Moita do Boi ainda procurou chegar ao empate, mas fê-lo de uma forma algo precipitada.
Quanto à arbitragem de Rafael Marques, está bem colocado no lance da grande penalidade, pelo que tem o benefício da dúvida. De resto, pequenos erros, sem qualquer influência no marcador. Uma nota final, para o muito público que se deslocou da Moita do Boi e que, do primeiro ao último minuto, não se cansou de incentivar a sua equipa.

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Pontos marcantes na vida do Sporting Clube Marinhense



Futebol: Juvenis A do SL Marinha defrontam Moita do Boi para a Taça Distrital


Hóquei em Patins: David Gonçalves - “o lugar do SC Marinhense é na segunda divisão”

Após terminada a primeira volta do nacional da terceira divisão, impunha-se falar com o timoneiro do SC Marinhense, David “Esteves” Gonçalves, que lidera isoladíssimo esta zona centro. Melhor ataque (120 GM) e melhor defesa (44 GS) e apenas com um empate nas jornadas realizadas.
Oito pontos de diferença, dizem muito do que está a acontecer na prova, sinónimo da qualidade da equipa e naturalmente com grande quota de responsabilidade do técnico, que esta temporada faz a sua estreia como tal. Mas para além de dirigir a equipa, também é colega, já que é um dos elementos preponderante na equipa da Embra tendo já apontado 19 dos golos dos leões da Embra.
Fomos ao encontro de “Esteves” para nos falar um pouco mais desta aventura num Clube que parece querer renascer das cinzas.
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PLURISPORTS- O Marinhense está de pedra e cal na liderança da zona centro da 3.ª divisão. Que balanço fazes da tua equipa no final desta primeira volta?
DAVID GONÇALVES- A equipa apenas perdeu 2 pontos, estamos em primeiro e eu não poderia estar mais contente, é um bom começo mas ainda estamos longe daquilo que são os nossos objectivos.
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PLR- Olhando para os adversários que defrontaste até ao momento, que análise fases a elas, e quais as que na tua opinião são as mais fortes?
DG- O ACR Pessegueiro Vouga é o adversário mais forte, depois há o Entroncamento , Ourem , AACD , Mealhada, Física e o CA Feira, todos os outros jogos poderão ser difíceis também, raramente me preocupo com a equipa adversária pois sei que se todos os meus jogadores renderem o seu normal certamente ganharemos todos os jogos, agora é preciso é que todos os jogos estejamos em condições, concentrados e não facilitar.
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PLR- Foi um ano de mudança na estrutura do SC Marinhense. Novos jogadores, quase todos eles com provas dadas em campeonatos superiores. Que análise fases do reforços que entraram na equipa?
DG- A entrada dos novos jogadores veio aumentar o nível da equipa e a qualidade. São jogadores com provas dadas com vontade de lutar pelos objectivos que nos propusemos.
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PLR- Estreia como técnico principal de uma equipa sénior, e logo num Clube com um historial grande, e que apostou na subida. Como estás a lidar com esta situação, até porque também és jogador?
DG- O clube teve parado desde que desceu da segunda para a terceira e um clube com o historial que o marinhense tem merece mais e melhor e foi isso que expus à direcção, o lugar do marinhense é na segunda divisão. Sendo treinador jogador é difícil mas não impossível, como jogador sei que posso acrescentar mais na equipa e posso fazer a diferença e como treinador basta por em prática tudo o que aprendi durante a minha carreira como jogador e aprendendo cada vez mais, neste momento estou a tirar o curso de nível 2 no qual ajuda na minha evolução como treinador.
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PLR- Falando do Marinhense. Um Clube que passou por um período de menor fulgor, agora parece querer renascer das cinzas. Há comunhão com a Cidade e com o tecido empresarial?
DG- Não tanta como gostaríamos de ter, mas estamos a trabalhar para que melhore cada vez mais e vencendo todos em conjunto clube e equipas, temos a certeza que dentro em breve existirá uma comunhão perfeita e voltaremos a encher muitas vezes o Pavilhão da Embra.
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PLR- A subida trás outras responsabilidades e uma pressão maior. Estás preparado para lidar com isso?
DG- Disse no início de época que confiava em todos os jogadores, todos eles já passaram por isto, sem pressão não vale a pena andar aqui, quando deixar de sentir pressão deixo o hóquei.
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PLR- Por fim e falando agora só do “Esteves”. Esta temporada acumulas as funções de treinador e jogador. Achas que é compatível, na eventualidade de subirem?
DG- Sinceramente não penso muito nisso, Tenho um objectivo esta temporada e esta temporada é o meu único objectivo, levar o Marinhense para a segunda divisão. A direcção sabe o que é melhor para o clube e no fim de ter-mos o objectivo cumprido se entenderem que seja eu o treinador aí terei uma resposta se será compatível ou não.
Deixar aqui uma palavra à Plurisports, nomeadamente a ti Carlos Martins pelo excelente trabalho e dedicação que tens vindo a fazer a promover cada vez mais o hóquei e neste caso o Marinhense.

Entrevista concedida ao excelente site www.plurisports.com


Parabéns Sporting Clube Marinhense


quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

ID Vieirense apresentou Caderneta de Cromos

O Industrial Desportivo Vieirense lançou no passado sábado uma caderneta de cromos, onde aparecem todos os seus dirigentes, funcionário, treinadores e jogadores. Ao todo o clube emitiu 200 cadernetas, com 350 cromos cada, sendo que para além das várias equipas de futebol, estão presentes todas as outras modalidades do clube, como o atletismo, futsal, patinagem artística e natação.
As cadernetas podem ser adquiridas na secretaria do clube, e as saquetas de cromos, para além da secretaria do clube, podem também ser adquiridas em outros espaços na Vieira de Leiria, tais como o Intermarché e a Papelaria Pimenta.
Esta iniciativa insere-se num conjunto mais global de eventos que tem como objectivo angariar fundos, de forma ao clube poder avançar com o seu projecto de substituir o sintético, melhorar a iluminação do mesmo e colocar um piso sintético no campo de futebol 7, que existe ao lado do campo principal. São obras estimadas em 200 mil euros, pelo que o clube apresentou a sua candidatura a alguns apoios públicos, e paralelamente vai tendo algumas iniciativas de forma a conseguir tornar este projecto uma realidade.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Hóquei em Patins: SC Marinhense defronta HC Mealhada no próximo domingo


Andebol Feminino: SIR 1ºMaio defronta CA Leça para a Taça de Portugal


Futebol: ID Vieirense perde frente ao SC Pombal


Estádio Albano Tomé Féteira, em Vieira de Leiria
Árbitro: Ricardo Carreira. 
Assistentes: Henrique Ramos e Pedro Menino.
Espectadores: 150. 

ID Vieirense 0
João Feliciano, Júlio Gomes (c), Rafael Tojeira, Bruno Ferreira, Giovety (Rodrigo, 45’), João Matos (Ricardo Neto, 67’), Sérgio Letra, Luís Féteira, Júlio Gomes (Xano, 45’), Rúben Ari, Ricardo Mulato.
Não jogaram: Miguel Ângelo, Ricardo Fernandes, Xaréu.
Treinador: Bruno Ramusga.

SC Pombal 3
Mocheco, Frade, Miguel Cá, Digo, Fidalgo (Paulito, 45’), André Costa, João Pinto (c), Padeiro, Camisas, Marco (Joel, 45’), Vladimir (Tiago Gomes, 67’).
Não jogaram: Rafa, Joel, André, Tião, Testas.
Treinador: Marco Ferreira.

Ao intervalo: 0-1.
Golos: 0-1 Padeiro (15’), 0-2 Camisas (45’), 0-3 Digo (60’).
Disciplina: Amarelo a Fidalgo (31’), Vladimir (36’), Bruno Ferreira (64’), André Costa (66’), Paulito (89’).

Num jogo em que foi sempre melhor, o SC Pombal venceu o Vieirense por 0-3, num triunfo justo dos visitantes por números que expressam bem o que se passou em campo, perante um Vieirense passivo, com pouca agressividade ofensiva e longe da boa exibição da semana anterior.
O início de jogo foi equilibrado, com as duas equipas a jogarem com cautelas e a procurarem não arriscar muito. Ainda assim, o SC Pombal dispôs de uma boa ocasião de golo, com o possante Vladimir, em boa posição, a rematar para fora.
Com o passar dos minutos, o SC Pombal foi tomando conta do jogo, chegando ao golo quando Marco desenhou um bom lance individual na esquerda e, à saída de João Feliciano, passou para o lado onde apareceu Padeiro a finalizar com sucesso.
Em desvantagem, o Vieirense procurou responder, e após um cruzamento da direita, Mocheco defendeu de forma pouco ortodoxa, com a bola a sobrar para Tojeira que, em boa posição, rematou para golo, com a bola a ser desviada por um defesa. Ainda assim, era o SC Pombal quem estava melhor no jogo, com um meio-campo bastante sólido. Pouco depois, os 'leões' voltaram a criar perigo quando Camisas, após bom lance individual e com tudo para fazer golo, optou por colocar em Vladimir que acabou por falhar o que parecia ser fácil.
Para a segunda parte, Bruno Ramusga optou por fazer algumas correcções na sua equipa, nomeadamente em termos defensivos, no entanto, nem houve tempo para ver resultados práticos dessas alterações, com o SC Pombal a chegar ao 0-2 praticamente no reatamento de jogo, após um cruzamento da direita, em que Camisas, com um remate de primeira à entrada da área, fez abanar as redes.
Apesar de bem tentarem, as coisas tardavam em sair bem à equipa da casa e raramente conseguiram incomodar verdadeiramente Mocheco. Em sentido contrário, a equipa de Marco Ferreira era sempre mais perigosa, e com boas trocas de bola foi conseguindo criar lances de perigo. Aos 60', num lance de bola parada em que a defesa do Vieirense voltou a mostrar alguma apatia, Digo aproveitou e fez o 0-3.
Pouco depois, mais um lance de muito perigo, com Joel a desviar a bola de João Feliciano, e com Camisas, em esforço, a fazer o desvio, mas a não acertar no alvo.
Quanto à arbitragem de Ricardo Carreira e seus pares, passou completamente despercebido, o que por si só é um excelente sinal. Bom trabalho.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Judo: Nuno Saraiva ganha bronze no Open Africano de Tunes

No duelo entre os dois judocas lusos, Nuno Saraiva levou a melhor, por ter menos duas penalizações contra três do adversário. Para atingir esta fase da competição, Nuno Saraiva derrotou Thato Lebang, do Botswana, e o porto-riquenho Augusto Miranda, antes de perder frente ao espanhol Javier Ramírez, sendo relegado para a repescagem, na qual venceu o gambiano Faye Njie.
Jorge Fernandes venceu os três combates da fase preliminar, perante o camaronês Joseph Hall Bapou, o espanhol Dasnel Gonzalez Martinez e o italiano Andrea Regis, antes de ceder na meia-final perante o esloveno Martin Hojak. Na mesma categoria, André Alves venceu o tunisino Mouadh Jalleli, mas foi afastado na segunda ronda pelo canadiano David Ancor.
Perto do bronze esteve também Nuno Carvalho, nos -60 kg, que perdeu no combate de atribuição do terceiro posto frente ao esloveno Matjaz Trbovc. Antes, Nuno Carvalho, isento da primeira ronda, tinha vencido o luxemburguês Tom Schmit, antes de perder com o francês Cedric Revol, batendo o marroquino Yassine Moudatir na repescagem.
Na categoria de -66 kg, Diogo César começou por derrotar o georgiano Tornike Tatarashvili, mas foi afastada na segunda eliminatória pelo azeri Telman Valiyev.

Futebol: Marinhense vence mas falha fase de subida


Estádio Municipal da Marinha Grande
Árbitro: José Laranjeira (Coimbra). 
Auxiliares: Duarte Santos e Paulo Santos.
Espectadores: 100. 

AC Marinhense 2
Neca, Zé Ricardo (c), Zé Miguel, Bernardo, Felipe, Veloso (Gonçalo Coelho, 35'), Godinho, Marcos (Botas, 63'), Marcelo Silvestre, Edgar, Joca (António, 63').
Não jogaram: Diogo, Eduardo, João Ferreira.
Treinador: Vítor Duarte.

AD Estação 1
André Sucena, João Oliveira, Miguel Ramos (Diogo Silva, int.), Tiago Maceira (c), Diogo Fonte, Francisco Quelhas (Paulo Eusébio, 72'), João Pimenta, Ricardo Maia, Rui Rodrigues (Luís Proença, 60'), Afonso Ramos, José Ramos.
Treinador: Paulo Santos.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Marcos (15', a.g.), 2-0 Gonçalo Coelho (86'), 2-1 João Pimenta (87').
Disciplina: Amarelo a João Oliveira (70' e 74').

A uma jornada do fim da primeira fase, o AC Marinhense ficou afastado da luta pelo lugares que dão acesso à fase de subida, apesar de ter cumprido a sua missão de vencer a AD Estação por 2-1. Em Viseu, o Académico também venceu o líder Naval por 3-2 e hipotecou as hipóteses dos vidreiros em seguir em frente na competição.
O Marinhense entrou pressionante no jogo e foi empurrando a Estação para o seu último reduto defensivo. Apesar do domínio, o Marinhense não conseguiu criar ocasiões de verdadeiro perigo, mas, ainda assim, colocou-se em vantagem, num lance algo caricato: cruzamento da esquerda e André Sucena a interceptar o cruzamento, mas acabou por largar a bola, com esta a embater em Marcos e a entrar na sua baliza.
Em desvantagem, podia-se esperar uma tentativa de resposta da Estação, mas puro engano. A equipa de Paulo Santos continuava apenas preocupada em defender e mostrou muito pouca ambição em termos ofensivos.
A etapa complementar começou na mesma toada, ou seja, com o Marinhense sempre por cima dos acontecimentos. Aos 59', Marcos teve um bom lance individual, mas acabou por rematar para as mãos de André Sucena. Com os minutos a passarem, a Estação começou a mostrar uma outra atitude em termos ofensivos, e Diogo Silva teve uma boa oportunidade, mas Neca resolveu com uma defesa para canto.
Com o jogo mais equilibrado nesta fase, foi o Marinhense quem dispôs de duas boas ocasiões para ampliar a vantagem, mas em ambas a defesa da Estação conseguiu evitar o golo. O aviso estava dado e pouco depois, num grande lance individual de Filipe na esquerda, este passou por vários adversários e colocou em Gonçalo Coelho que ampliou a vantagem.
No lance seguinte, a Estação respondeu, e com a defesa do Marinhense a ver jogar, João Pimenta isolou-se e, na cara de Neca, fez o 2-1. A Estação galvanizou-se e com o jogo mesmo a terminar ainda criou dois lances de perigo eminente, com Neca a estar em grande e a garantir a vitória da sua equipa. Arbitragem regular de José Laranjeira.

Futebol: GD "Os Vidreiros" perde na Atouguia da Baleia


Campo do GD Atouguiense, Atouguia da Baleia
Árbitro: Pedro Narciso.

GD Atouguiense 1
João, Marco, Ruben Anjos (Telmo Jesus, 72'), Rui Pinto, Edilson, Jonathan (c), Micael Ferreira, Bruno Costa (João Neto, 90'), Raul, Tiago Dionisio e Adriano Bento (Miguel Ferreira, int.).
Não jogaram: Gonçalo, Paulo Pinto, João Garcia e Ricardo.
Treinador: Paulo Neves.

GD Vidreiros 0
Tiago Amado, Marco, Renelson, Pedro Maia, João Pedro (João Paz, 72'), Gonçalo, Carlos Matias, Miguel Maia (c), André Amaro, Jorge Carneiro e Ricardo Santos.
Não jogaram: Nuno Salgueiro, Alexandre e Bernardo Valente.
Treinador: Marcóides.

Ao intervalo: 0-0.
Golos: 1-0 Telmo Jesus (90+3').
Disciplina: Amarelo a André Amaro (33'), Edilson (52'), Ruben Anjos (53'), Miguel Ferreira (55'), Marco Nascimento (60'), João Pedro (60'), Bruno Costa (65'), Carlos Matias (68'), Gonçalo Dias (78'), Jorge Carneiro (90+5'), Rui Pinto (90+5').

Na tarde de domingo, Atouguiense e Vidreiros proporcionaram um bom espectáculo de futebol, com duas equipas a jogaram de olhos nos olhos, com a vitória a recair para a equipa da casa que foi premiada pelo esforço e pela perseverança.
Entrou melhor o Atouguiense, conseguindo acercar-se com relativo perigo da baliza adversária. Com o passar do tempo, o Atouguiense começou a perder o fulgor inicial e as suas jogadas começavam a ser mais previsíveis, facto aproveitado pelo Vidreiros para contra-atacar com algum perigo.
Até ao intervalo, assistiu-se a um jogo em que os sectores defensivos se superiorizavam aos atacantes, não existindo, por isso, lances de real perigo.
Na segunda parte, o Atouguiense voltou a entrar mais forte, com uma boa intensidade, mas encontrou pela frente uma equipa bastante aguerrida e muito forte nos duelos individuais não dando espaços e procurando sempre explorar a velocidade de André Amaro.
Aos 60', surgiu a primeira grande oportunidade quando Ruben Anjos surgiu solto no segundo poste e cabeceou para uma enorme defesa de Tiago.
À medida que o cronómetro avançava, o domínio do Atouguiense acentuou-se e adivinhava-se que o golo podia surgir a qualquer momento, até que já em cima do minuto 90, Rui Pinto proporcionou ao guarda-redes Tiago a defesa da tarde, após um livre directo.
Na sequência do canto, surgiu o único golo da partida quando Telmo Jesus assumiu a cobrança e introduz directamente a bola na baliza do Vidreiros, num lance em que a defensiva visitante não ficou isenta de culpas.
O árbitro Pedro Narciso rubricou uma arbitragem bastante irregular, com muitos erros, nomeadamente em dois lances dentro da área do Vidreiros que deixaram muitas dúvidas.

Texto: Carolina Neves - Diário de Leiria

Futebol: Resultado justo num bom jogo de futebol

Campo da Ordem, Marinha Grande
Árbitro: João Paulino.
Espectadores: 80. 

SL Marinha   2
André Cardoso, Rick, Gameiro, Leandro, Jhony (Rafael Ribeiro, 62'), Mousinho (Cláudio Negão, 51'), Oliveira (c), Nuno Vieira, Manu, Nico Treccossi, Rúben Brilhante.
Não jogaram: Ricardo Ezequiel, Alexis.
Treinador: Edgar Viana.

GDR Boavista    2
Jorge Bajouco, Pedro Simão (c), David Silva, Fábio Jorge, Mário, Edgar Martins (Francisco Lopes, 36'), Bruno Pasteleiro, João Sapinho, Micael, Francisco Ramos (Capela, 76') e Henrique Jesus (Miguel, 62').
Não jogaram: Nelson Pequeno, Diogo, João Paulo e Bruno Gomes.
Treinador: Ricardo Paraíso.

Ao intervalo: 1-1.
Golos: 1-0 Rúben Brilhante (26'), 1-1 Leandro (26', a.g.), 1-2 Francisco Ramos (49'), 2-2 Rúben Brilhante (53').
Disciplina: Amarelo a David Silva (57'), João Sapinho (71').

SL Marinha e Boavista (2-2) protagonizaram no sábado à tarde, um jogo extremamente interessante de se seguir, com duas partes distintas, onde na primeira parte os donos da casa foram ligeiramente superiores, enquanto a Boavista teve supremacia na etapa secundária.
O primeiro lance de perigo nasceu cedo num bom trabalho de Micael sobre a direita, com um defensor vidreiro a cortar o lance 'in extremis'. Na resposta, Manu permitiu a primeira boa defesa de Jorge Bajouco. Depois foi Gameiro, na sequência de um livre lateral, a pôr o guardião contrário à prova.No minuto seguinte, Rúben Brilhante, com um grande remate, obrigou Jorge Bajouco a efectuar uma defesa a todos os níveis notável. Contudo, o número um da Boavista nada pôde fazer quando o mesmo Rúben Brilhante lhe apareceu isolado e concluiu excelente jogada colectiva.
Não demorou muito a resposta dos axadrezados, em que Bruno Silva, numa grande jogada pela direita, viu o central Leandro interceptar o seu cruzamento para dentro da própria baliza, num lance de infelicidade.
Com o jogo aberto e repartido, Jorge Bajouco (o melhor em campo) voltou a mostrar serviço ainda antes do intervalo, com nova intervenção de qualidade a remate de Mousinho.
Na segunda parte, Francisco Lopes foi o primeiro a criar perigo, mas o seu remate saiu à figura de André Cardoso.
Quem não perdoou foi Francisco Ramos que, com um chapéu perfeito, fez a reviravolta no marcador (1-2) para a Boavista.
Também não demorou muito a resposta vidreira com Rúben Brilhante (o mais inconformado) a aproveitar uma bola solta dentro da área para encostar para o fundo da baliza, fazendo a igualdade, num lance em que Jorge Bajouco pareceu ter sido carregado em falta.
Empolgados pelo golo, o SL Marinha continuou a carregar novamente por Rúben Brilhante que ofereceu o golo a Nico Treccossi, mas cabeceou por cima quando podia ter feito bem melhor.
Perto do fim, foi Francisco Lopes que ultrapassou três adversários, mas, na conclusão, Pedro Simão não deu o melhor seguimento ao lance.
A actuação do árbitro ficou marcada pelo lance que deu a igualdade ao SL Marinha, onde nos pareceu ter errado.

Texto e foto: Fábio Osório - Diário de Leiria

quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Associativismo: Assembleia Geral no Clube Recreativo Amieirinhense


Futebol: SL Marinha sem resposta perante ‘leões’ inspirados

Campo n.º 3 do Complexo Desportivo de Rio Maior
Árbitro: Ricardo Franco (Lisboa).

NS Rio Maior 6
Vítor Lisboa, João Mendes, Rafael Fonseca (David Silva, int.), Miguel Ferreira (Tomás Nunes, int.), David Vicente (Marco Faria, 63'), Rafael Loureiro, João Atela, João Formiga, Pétrick Correia, João Gomes (c), Joaquim Ferreira (João Afonso 49').
Não jogaram: Pedro Rodrigues.
Treinador: Fábio Silva.

SL Marinha 1
Tiago Santos, Beato (Castanheira, 50’), Rafael, Cardoso (Pinto, int.), Daniel (Tomás, 60’), Márcio (c), Rogério (Hugo, int.), Valter, Tiago (Francisco, int.), João Carlos, Freitas.
Não jogaram: Carlos Daniel.
Treinador: Telmo Cruz.

Ao intervalo: 3-1.
Golos: 0-1 Tiago (1’), 1-1 Joaquim Ferreira (20’), 2-1 João Atela (25’), 3-1 João Formiga (35’), 4-1 Tomás Nunes (41’), 5-1 David Silva (44’), 6-1 João Afonso (61’).

O NS Rio Maior recebeu e venceu o SL Marinha por 6-1, depois de ter estado a perder desde o primeiro minuto, conseguindo golear ao dar a volta ao resultado.
O SL Marinha foi quem entrou melhor e obteve o seu golo no primeiro minuto de jogo por intermédio de Tiago que aproveitou um desentendimento entre um defensor e o guardião Vítor Lisboa para inaugurar o marcador. Após várias ocasiões para empatar, o NS Rio Maior só o conseguiu aos 20’ na sequência de um canto, em que Joaquim Ferreira, de primeira, atirou forte para a baliza.
Pouco depois, João Mendes foi derrubado no interior da área e o árbitro assinalou grande penalidade. Na cobrança, João Atela não facilitou e fez o 2-1.
Até ao intervalo, a formação da casa continuou a desperdiçar situações de golo e, após uma perdida flagrante da equipa da Marinha, na resposta, João Formiga, após cruzamento de João Mendes, aproveitou o facto de Tiago Santos não ter conseguido segurar a bola para fazer o 3-1.
O segundo tempo não poderia ter começado melhor para a turma de Rio Maior que, logo nos primeiros segundos, conseguiu chegar ao quarto golo por intermédio do recém-entrado Tomás Nunes que, à entrada da área, desferiu um remate forte ao ângulo.
Pouco depois, através de um cruzamento de João Formiga, João Mendes antecipou-se de cabeça ao guarda-redes forasteiro e assistiu David Silva para o quinto golo.
O 6-1 surgiu por João Afonso que, já dentro da área, flectiu para dentro e rematou em arco fazendo a bola entrar junto ao segundo poste, em mais um belo golo.

Diário de Leiria

Futebol: AC Marinhense foi ‘atropelado’ pelo líder

CT Estádio Municipal José Bento Pessoa, Figueira da Foz
Árbitro: Paula Teixeira (Coimbra). 
Auxiliares: Pedro Nascimento e Ricardo Bonito.
Espectadores: 60. 

Naval 5
Carlos, Bernardo, Soqueiro, Wilson, Gonçalo (Lauro, 78’), Matos, Gil, Monteiro (Xupeta, 67’), Sandro (c), Mica (Flávio, 70’), JP.
Não jogaram: Leandro, Loic, Xavier, Toca.
Treinador: Marinho Serpa.

AC Marinhense 0
Neca, Zé Ricardo (c), João Duarte, Bernardo, Godinho, Marcos (int.), Marulo (Eduard, 70’), Diogo (Botas, int.), Edgar, Joca, Filipe.
Não jogaram: Zé Miguel, Veloso, António, Coelho, João Ferreira.
Treinador: Vítor Duarte.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Mica (3’), 2-0 JP (55’), 3-0 Zé Ricardo (63’, a.g.), 4-0 Sandro (65’), 5-0 Sandro (90+1’).
Disciplina: Amarelo a Edgar (54’). Vermelho directo a João Duarte (90+1’).

A Naval venceu, na tarde de sábado, na Figueira da Foz, o AC Marinhense por 5-0, com quatro golos construídos na etapa complementar, sendo três deles na sequência de lances de bola parada. Para a turma da Praia da Claridade, que já há algum tempo tinha garantido a passagem à 2.ª fase, a vitória frente à formação da Marinha Grande serviu para garantir, a duas jornadas do final, a vitória na Série C da competição, ficando agora apenas a aguardar qual será a segunda equipa a ser apurada (Viseu ou Marinhense).
Quanto ao jogo, foi uma partida com duas partes perfeitamente distintas. Na primeira, a Naval chegou ao golo cedo por Mica, com os vidreiros a reagirem bem e a equilibrar de pronto as operações. Com as defesas a superiorizarem-se aos ataques contrários no último terço do terreno, o resultado ao intervalo, 1-0, deixava para a segunda metade grandes expectativas.

Figueirenses demolidores
Na etapa complementar, a resistência visitante apenas durou 10 minutos. JP marcou com grandes culpas para a defesa visitante e, a partir daí, o jogo começou a ser jogado em sentido único com a Naval a dominar em todos os capítulos. As coisas não estavam a correr bem para o Marinhense e, pouco depois, Zé Ricardo marcou na própria baliza deixando os locais em posição muito confortável.
Os figueirenses mostraram-se insaciáveis e, sem tirar o pé, marcaram mais dois golos com um 'bis' de Sandro que veio a estabelecer o resultado final.

Texto e foto: Rogério Neves - Diário de Leiria

Futebol: Rúben Brilhante arranca empate para o SL Marinha nos descontos

Campo da Charneca, Pousos
Árbitro: David Alexandre. 
Auxiliares: Daniel Nicolau e Bernardo Coelho.
Espectadores: 60. 

GRAP 1
Monteirinho (Renato, int.), Rodrigo Vieira, Massas, Bernardo Ramos (Peloli, 75'), Zé Santos (c), Carlitos, Mateus, João Melo, Alex, João Tavares, Lucas.
Não jogaram: Miguel Castro, João Marques, João Antunes.
Treinador: César Matias.

SL Marinha 1
André Cardoso, Cláudio, Nuno Vieira, Nico Treccossi, Rúben Brilhante, Alexandre (Emanuel, int.), André, Ricardo (Rafael Gomes, 62'), Luís (Diogo Costa, 62'), Leandro, João (Ricardo Ribeiro, int.).
Não jogaram: Ricardo Ezequiel, Rafael Ribeiro, Diogo Jordão.
Treinador: Edgar Viana.

Ao intervalo: 0-0.
Golos: 1-0 (Lucas, 50'), 1-1 (Brilhante, 80+4').
Disciplina: Amarelo a Rodrigo (43'), Luís (53'), Alex (80+2').

O GRAP esteve perto de fugir dos últimos lugares da classificação, mas um golo de Brilhante nos últimos segundos da partida permitiu ao SL Marinha conseguir um empate que se pode considerar de justo. A formação da Marinha Grande mostrou ter uma equipa mais consistente e com mais opções no banco, perante um GRAP que nunca desistiu, criando mesmo as melhores oportunidades de golo.
A primeira parte foi equilibrada, mas nem sempre bem jogada, com muita bola pelo ar e sem grandes lances de perigo junto às balizas. Muito disputado a meio-campo, só aos 38' surgiu o primeiro lance de perigo que pertenceu ao GRAP através de um remata forte de Zé para grande intervenção de André, que conseguiu aliviar a bola para canto
Na segunda parte apareceram os golos e foi a equipa da casa quem abriu o activo pelo estreante Lucas. O avançado recebeu um bom passe de Zé e, à entrada da área, não desperdiçou rematando para o 1-0.
O SL Marinha podia ter empatado pouco depois quando Brilhante surgiu isolado perante Renato, mas falhou o golo, atirando ao lado. Pouco depois foi Cláudio quem tentou a sua sorte na marcação de um livre, mas a bola saiu por cima.
Na resposta, o GRAP podia ter sentenciado o jogo quando Lucas desmarcou Peloli que, só com o guarda-redes pela frente, acabou por rematar a centímetros do poste.
Como quem não marca sofre, já nos últimos segundos da partida, a bola chega à área do GRAP e no meio de uma grande confusão, a bola acabou por sobrar para Brilhante que conseguiu rematar. A bola bateu num jogador do GRAP e traiu Renato que, mesmo tocando na bola, não impediu o empate.
Excelente arbitragem de David Alexandre.

Texto: Catarina Pereira - Diário de Leiria
Foto: Rik Marlen

Futebol: Segunda parte de luxo permite vitória folgada

Campeonato Nacional de Iniciados
Complexo Desportivo Municipal de Marinhais
Árbitro: Diogo Coelho (Lisboa).

CD Salvaterrense 0
Gonçalo, João Ricardo (João Cadeira, int.), Francisco, Guilherme, Afonso, Pedro Nortista, João Ramalho, Pedro Soares (Luís Tiago, int.), João Guilherme (Rafael, 63’), João Bernardo (Pedro Alves, 57’), Apolinário.
Não jogaram: Fragata, João Maria, António Leitão.
Treinador: Afonso dos Santos.

AC Marinhense 3
Duarte (Diogo Soares, 55’), Luís Neves, Rúben Pedro, Alexandre, Joel Matos, Mário Lopes (Fábio Pinheiro,55’), Rodrigo, Gonçalo, Leandro (Sandro Belo, 35’), João Domingues e João Pinto (Bruno Nazaré, 35’).
Não jogaram: João Magalhães e João Guilherme.
Treinador: Bruno Evangelista.

Ao intervalo: 0-0.
Golos: 0-1 Gonçalo Braga (45’), 0-2 Rodrigo Pereira (50’, g.p.), 0-3 João Domingues (68’)
Disciplina: Amarelo a Mário Lopes. Vermelho a Francisco Jacinto (51’) e a Pedro Apolinário (52’), Bruno Silva (60').

O AC Marinhense despediu-se da primeira fase com uma vitória por 0-3 frente ao CD Salvaterrense naquele que foi um jogo com duas partes distintas: a primeira apática e sem história, e a segunda com golos e expulsões.
A turma da casa começou por assumir o jogo, porém nunca conseguiu criar oportunidades claras de golo. Já a formação visitante teve dificuldades em impor o seu jogo.
O segundo tempo começou com um ritmo totalmente diferente e os pupilos de Bruno Evangelista apareceram com uma ‘cara renovada’, conseguiram fazer o primeiro golo por Gonçalo Braga que, com um remate forte, inaugurou o marcador. Os vidreiros não tiraram o pé do acelerador e Rodrigo foi derrubado no interior da área, com o árbitro a assinalar a grande penalidade. Na cobrança do castigo, Rodrigo Pereira aumentou a vantagem.
Quase um quarto de hora decorrido o Salvaterrense ficou reduzido a nove jogadores depois. Nos descontos, Bruno Nazaré cruzou para o interior da área, onde apareceu João Domingues que recebeu e executou uma excelente jogada individual, rematando para o fundo da baliza.

in Diário de Leiria

terça-feira, 12 de janeiro de 2016

Futebol: Vitória tira Industrial Vieirense dos últimos lugares


Estádio Albano Tomé Féteira, em Vieira de Leiria
Árbitro: Joni Correia.
Espectadores: 120.

ID Vieirense     3
João Feliciano, Chano, Rafael Tojeira, Júlio Gomes, Luís Féteira, Sérgio Letra (c), João Matos (Ricardo Neto, 87’), Bernardo Giovety, João Gomes (Rui Rosa, 90+1’), Rúben Ari, Renato Campos (Rodrigo Marques, 78’).
Não jogaram: Miguel Jorge, Ricardo Lavos.
Treinador: Bruno Ramusga.

Matamourisquense    0
Rodolfo, Joel (Tiago Dias, 73’), Ganhar (c), Pedro Dias, Henrique, Dinis, Damien, Brunito, Andrézito (Yann, 77’), Yulian, André.
Não jogaram: Zé, Marco, Dylan, João.
Treinador: Hélder Pereira.

Ao intervalo: 1-0.
Golos: 1-0 Luís Feteira (21’), 2-0 Rafael Tojeira (90’, g.p.), 3-0 Rodrigo Marques (90+3’).
Disciplina: Disciplina: Amarelo a Bernardo Giovety (42’), Sérgio Letra (47’), Andrézito (58’), João Matos (67’), Henrique (89’).

Num jogo disputado sobre difíceis condições atmosféricas, o Vieirense foi superior e venceu a UDRC Matamourisquense por 3-0, dando assim um importante passo na fuga aos lugares de ‘aflição’. A vitória do Vieirense foi justa, ainda que por números algo exagerados, mas a formação da casa foi superior em grande parte do jogo e revelou sempre mais objectividade na hora de finalizar.
Disputado debaixo de muita chuva e vento forte, Vieirense e Matamourisquense proporcionaram aos espectadores presentes o jogo possível, dadas as péssimas condições.
O jogo começou equilibrado, com muita disputa a meio-campo e com a bola sempre longe das balizas. Só aos 23’, e no seguimento de um livre, é que houve perigo num lance em que a bola sobrou para Luís Féteira que, com um remate em esforço, colocou o Vieirense em vantagem no jogo.
Pouco depois, o mesmo Luís Féteira, com um grande remate de longe, levou algum perigo junto da baliza de Rodolfo, mas a bola sai ligeiramente por cima. O sinal mais era claramente do Vieirense, mas até ao intervalo o marcador não voltou a sofrer alterações.
Para a etapa complementar, e a jogar a favor do forte vento, esperava-se uma equipa da Matamourisca mais atacante, e assim foi. Na sequência de uma bola parada, por muito pouco a equipa de Hélder Pereira não chegou a empate e, pouco depois, foi João Feliciano que, com uma excelente defesa, evitou o golo de Yulian.
A partir daqui, o Vieirense pareceu acordar e tomou conta das operações, ficando perto do 2-0, mas a bola desviada a ‘meias’ por João Gomes e Renato Campos, acabou caprichosamente no poste da baliza de Rodolfo.
O Vieirense estava mais forte e foi procurando chegar ao golo da tranquilidade, o que veio a conseguir já em cima do apito final, com Rafael Tojeira a concretizar com sucesso uma grande penalidade muito contestada. Com tudo decidido, houve ainda tempo para Rodrigo Marques, nos descontos, fazer o gosto ao pé, e estabelecer o resultado final em 3-0.
Quanto à arbitragem de Joni Correia, algumas dúvidas na grande penalidade a favor do Vieirense, mas parece ter decidido bem por indicação do seu auxiliar.

Futebol: Líder AC Marinhense perde pontos na Serra

Estádio do CCR Alqueidão da Serra
Árbitro: Pedro Narciso. Auxiliares: Telmo Capataz e Bruno Nicolau.
Espectadores: 100.

CCR Alqueidão Serra 0
Domingos, Miguel Rodrigues, Plim, Oleh, Marco Monteiro, Rachida (André Neves, 72’), Telmo Vazão, Conca (c), Rafael (Pedro Boal, 88’), Paulo Lourenço e Rúben (Chico, int.).
Não jogaram: Não Jogaram: Donny e Soares.
Treinador: Treinador: Juliano Roque.

AC Marinhense 0
Makê, Daniel, Nascimento, João Luís, David (c), Vinagre, Rodolfo Cabral (Cláudio Pereira, 88’), Leandro (André Cruz, 59’), Baixinho, Rúben Coelho e Madruga (Marcelo, 64’).
Não jogaram: João Martins, Rúben Lopes, Ivo Brígido, Rúben Fernandes e Dady.
Treinador: Luciano Silva.

Ao intervalo: 0-0.
Disciplina: Amarelo a Baixinho (19’), Vinagre (64’), Bruno Monteiro (74’).

Em mais uma jornada da Divisão de Honra, o Alq. Serra recebeu o AC Marinhense e foi a segunda equipa a conseguir roubar pontos ao líder isolado do campeonato.
Numa primeira parte interessante, apesar do forte vento que se fez sentir na serra, os vidreiros desde cedo tomaram as rédeas do jogo, mas só em lances de bola parada o perigo rondou verdadeiramente a baliza de Domingos. Foi assim, na sequência de um canto, que João Luís cabeceou com perigo, mas ao lado.
Depois do primeiro quarto de hora, os anfitriões equilibraram a contenda e Miguel Rodrigues, com um bom trabalho na área, viu João Luís roubar-lhe o golo em cima da linha. Minutos mais tarde, foi Baixinho que, de livre directo, proporcionou boa defesa a Domingos (39’). Na jogada seguinte, Leandro, bem posicionado à entrada da área, atirou muito por cima quando poderia ter feito bem melhor.
Na resposta, foi Paulo Lourenço a ter o mesmo desidrato após bom lance do veterano Conca, terminando assim os primeiros 45 minutos em que só faltaram os golos.
Na segunda parte, a qualidade futebolística baixou consideravelmente, com o domínio do AC Marinhense a ser mais acentuado, com maior posse de bola, muita circulação mas, sem a objectividade desejada, perante um Alqueidão da Serra muito bem organizado tacticamente, com grande coesão defensiva e que foi tapando todos os caminhos que davam para a sua baliza, tentando, de quando em vez, o contra-ataque embora nunca pondo Makê em verdadeiro perigo.
As oportunidades de golo foram uma raridade na segunda etapa, excluindo um lance do lateral Daniel (um dos mais inconformados), que rematou com muito perigo, mas ligeiramente ao lado da baliza de Domingos. Arbitragem serena e segura de Pedro Narciso e seus pares.

Texto e foto: Fábio Osório - Diário de Leiria
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